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Conto: GP Twink no entro de SP

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Boa tarde, hoje estamos trazendo um conto que foi publicado em um outro site mas que achamos que vocês iriam gostar. Por tanto, relaxem e aproveitem esse conto.

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Bom estou sempre entrando nos sites de garotos de programa e em especial no garotos com local, eu prefiro os que tem local assim é mais discreto, não gosto da exposição de hotéis e motéis.


A duas semanas atrás estava no site e vi o Danillo (nome factício) ele é de Natal e babei no seu corpo, 23 anos, branco, 1,73, 65 kg, lisinho, corpo magro e definido é o pau de 21 cm, mandei um zap e conversamos um pouco e ele liberou para eu ligar e então conversamos um pouco e o rapaz era muito gente boa, me contou do seu apto e o como ele atendia, era versátil. Fiquei de confirmar para ele no final do dia para tentarmos nos encontrar no dia seguinte, porém, o trabalho exigiu muito de mim e não consegui ligar, chegou o fim de semana e eu não parava de pensar nele. Na segunda-feira tinha duas reuniões em SP é cada uma num extremo da cidade, a primeira foi super rápida e consegui antecipar a outra, estava um calor e trânsito miserável em SP, a segunda reunião após o almoço fluiu de boa e foi rápida, as 14:30 estava livre então entrei no carro e na hora pensei “será que é perto o local do Danillo?”, coloquei no waze e qdo vi não acreditei estava apenas a 17 minutos dele, tracei a rota e já fui ao destino, enquanto dirigia mandei um zap com um “Oooiiiiii, consegue me atender?”, rapidamente ele respondeu “a que horas?” E eu “Agora, chego aí em 6 minutos” e ele “apto 1202”… meu pau já estava duro e voei para lá não via a hora de chegar.


Chegando lá me anunciei è rapidamente me liberou para subir, o local é bem legal e qdo cheguei no seu apto ele estava de de cueca samba box, nos cumprimentamos e ficamos conversando ele era bem gente boa e então me ofereceu se eu queria tomar um banho, de pronto disse que precisa pq estava bem suado, então fui ao banheiro e fiz toda a minha higiene íntima e tomei uma ducha gelada. Aqui vou fazer aspas “ultimamente tenho usado umas cuecas fio dental” vou postar a fita dela, sai do banho com a cueca fio dental e enrolado na toalha, vejo que ela já está deitado na cama e com a palma da mão ele bate na cama como dizendo vem deitar aqui, fui em sua direção e então para provocá-lo me virei de costas e tirei a toalha e a pendurei na maçaneta da porta, assim ele teria uma bela visão de minha bunda e da cueca, então deitei na cama e ele disse “nossa que bundinha deliciosa” eu ri e então começamos a conversar e a nos beijar, mordia seu pescoço e ele ao meu e então dávamos beijos de língua, acariciávamos um ao pau do outro sobre a cueca e ambos estávamos de pau duro, então começo a tirar sua cueca e qdo vejo seu pau fico louco, puta pau lindo, grande e grosso, branquinho, eu o acariciava e sentia cada pedacinho dele com a mão, pude sentir e ver que a cabecinha era pequena e que o meio do pau era GROSSO, um pau retinho e delicioso, peguei em seus tornozelos para deixá-lo deitado na cama, entre abri suas pernas é comecei a acariciar seu saco com a língua, engoli seu saco todinho e então fui subindo até ficar brincando com a língua na cabecinha, então comecei a abocanhar seu pau delicadamente e então já tinha conseguido engoli-lo inteirinho, chupei aquele pau como se fosse o último e ele D E L I R A V A, então ele se levantou e me jogou na cama de bruços e acariciou todo meu corpo, ele me arrepiava todinho então ele começa a tirar minha cueca fio dental e dizia “que rabinho delicioso” entre abriu as minhas pernas e caiu de boca no meu cuzinho, ele me comeu com a língua, pirei no seu beijo grego e sentia meu rabinho molhadinho, então ele puxa meu quadril para trás me deixando de quatro e enfiava a língua no meu rabinho e eu gemia como louco, então percebo que ele está colocando a camisinha e sinto o geladinho do lubrificante no meu cuzinho é isso me faz piscar o cuzinho e gemer, então sinto a cabecinha encostando no cuzinho e gemo longamente e ele força a cabecinha, sinto ela entrando e novamente dou um urro de êxtase, ele força mais um pouquinho e sinto uma baita dor, seu pau era muito grosso e fala “calma, tá doendo” ele muito pacientemente tirava e brincava com a cabecinha na portinha e cada vez mais ia forçando, ora eu sentia dor e sinalizava com “aí dói” e ele ficou bastante tempo fazendo isso e pouco a pouco seu pau foi me rasgando e então ele diz “já está todinho dentro desse rabinho” e me da um tapão na bunda e eu digo “sou todo seu, faz o que vc quiser”, o tesão já havia me dominado, my God esse cara meteu muito, ele sabia o que fazia, me comeu de quatro, de frango assado, debruçado na beira da cama, me colocou para cavalgar, me comeu de sapinho e então me deixou de frango assado na beira da cama e ele em pé e me fodia muito, ele fechava os olhos e urrava e então ele tira o pau para fora e arranca a camisinha e explode num gozo farto e quanto sobre meu pau, barriga e as jatadas chegavam até meu pescoço, era abundante a quantidade de gozo e isso me deixou maluquinho de tesão, estava lambuzado de gozo e ele então caiu deitado ao meu lado, eu caí de boca no seu pau e pude sentir um pouco do seu gozo, deixei seu pau limpinho e então ficamos de mãos dadas e respirando para recuperar o fôlego, e então começamos a conversar e ele tem o papo muito legal, então ele pegou uma toalha e me limpou e deitou novamente, ficamos no maior bate papo franco e então com minha mão fico acariciando seu pau e saco e então me dá uma vontade enorme de chupa-lo novamente e lá vou eu, como vou chupando aquele rolão mole e vou sentindo ele ficar novamente duraço e enorme na minha boca e ele me diz “meu que boquete delicioso”, chupo com vontade e me lambuzo com aquela rolona branquinha, enorme e grossona, ele geme muito e então ele se ajeita deitando na cama e eu fico ajoelhado entre suas pernas chupando seu pauzão, ele diz “vem aqui por cima e então eu monto sobre ele me abaixo e nós malhamos longamente, ele beija deliciosamente então olho para trás e pego o lubrificante e lambuzo meu cuzinho e seu pau, com a mão guio sua rolona para o meu cuzinho e vou soltando meu corpo e sentindo a rola deslizando duraça dentro de mim, sinto um tesão louco e me debruço sobre ele e voltamos a nos malhar e ele começa a socar em mim, desta vez ele está no pelo e eu estou delirando, como ele mete, mete deliciosamente eu estou em êxtase, um tesão maluco, ficamos metendo assim por um tempo interminável, eu já não estava mais aguentando e ele seguia firme, então ele faz a proeza de se levantar metendo em mim e cruzo minhas pernas em suas nádegas ele fica em pé e segue metendo, me deita na cama de frango assado e me DEVORA, que pau durão, grande, grosso, sinto ele me deflorando, me dominando e gemendo de prazer ele dá um urro e começa a gozar no meu cuzinho, segue fodendo e gritando de tesão, fica mais uns 5 minutos gemendo e fodendo, sinto meu rabo lambuzado e por fim ele resolveu tirar o pau do meu rabinho e sinto meu rabinho escorrendo em bicas de gozo, e ele diz “nossa qto gozo” isso me em deu um tesão e ele então se coloca sobre mim e começa a me chupar, eu não tinha mais forças para nada, meu rabinho pulsava e nossos corpos estavam encharcados de suor então expludo num gozo na sua boca e ele toma tudo, nós deitamos e ficamos meio que cochilando, meu coração estava disparado, após uns 15 minutos ele fala que vai tomar um banho e qdo ele volta tbm vou. Então ficamos na sala conversando e eu fui me vestindo, olho as horas no celular e vejo que estou lá a nada menos que duas horas e ele diz fica de boa, por mim tudo tranquilo. 

Coloquei minha cueca fio dental e sentei ao seu lado no sofá precisava fazer meu corpo esfriar mais e ele estava de cueca, pouco a pouco fui me vestindo e qdo terminei fiz um PIX de 400,00 , ele queria continuar conversando e ficamos mais um tempão, então cheguei mais perto dele e nós beijamos, acariciei seu pau sobre a cueca e então o tirei para fora e fiquei punhetando, então me abaixei e comecei a chupa-lo é incrivelmente sinto ele ficando durão na minha boca e ele diz “cara que boquete delicioso” então chupei ainda mais e que delícia era aquela pica dura, a vontade era de arrancar a roupa e dar mais para ele. Mas eu precisava ir embora e agora não o tiro da minha mente, se der certo esta semana volto novamente, mas quero ir no final do dia para passar a noite com ele.


Vlw galera até a próxima.’

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Autor: Edson - Fonte origem: clique aqui.

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Conto: Na casa de praia com os amigos héteros do meu irmão

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Boa tarde, hoje estamos trazendo um conto que foi publicado em um outro site mas que achamos que vocês iriam gostar. Por tanto, relaxem e aproveitem esse conto.

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Tenho um irmão que é hétero e mais novo que eu. Ele tem muitos amigos e sempre que possível alugam uma casa na praia para curtirem o fim de semana.

Eu nunca gostei muito de viajar com eles porque é sempre muita bebedeira e bagunça. Eles são mais jovens, gostam de ouvir música no último volume e ficam acordados praticamente a noite toda. Além disso, como sou gay, fico meio perdido no mundo e nas conversas deles.

Porém, teve um feriado que fazia muito calor e eu não estava a fim de ficar em casa enquanto todo mundo ia viajar. Eu tenho uma certa amizade com meu irmão e então resolvemos chamar dois primos próximos para a casa de praia dos nossos pais. Eu só concordei porque não iam muitas pessoas e eu teria o quarto dos fundos para mim. Além disso, meus primos são bem legais.

Na sexta à noite, eu e meu irmão fomos os primeiros a chegar. Quando nossos dois primos chegaram, tomamos cerveja, vinho e depois pedimos uma pizza.

Como estava muito calor, resolvemos entrar na piscina. Eles sabem que eu sou gay, então ficam um pouco sem graça em trocar de roupa na minha frente. Como eles já tinham bebido um pouco, estavam bem à vontade. Meu irmão ficou só de cueca e entrou na piscina e eu fiz o mesmo. Logo os dois tomaram coragem, tiraram as bermudas ali mesmo e entraram de cueca na piscina.

Fiquei discretamente prestando atenção no volume deles na cueca e eram volumes bem interessantes. O do meu primo mais velho parecia que era maior.

Estávamos todos nadando, brincando, bebendo e eu só de olho nas malas. Resolvi sair um pouco da piscina e me sentar numa cadeira para poder prestar atenção melhor. Todos usavam cuecas de cor clara, então dava para ver qual pau era maior, mais grosso, qual marcava a cabeça, qual balançava mais quando eles saíam da piscina para pular para dentro de novo. Eles pegavam, arrumavam e amassavam o pau descontraidamente e eu conseguia até saber qual tinha mais pelos ou qual tinha as bolas maiores. Fiquei viajando enquanto observava a garotada se divertindo.

Já estava meio tarde e resolvi entrar para tomar banho. Entrei no chuveiro deixando a porta aberta de propósito. Meu primo mais novo bateu na porta.

– Primo, posso entrar? Tô louco pra mijar!

– Tá aberto, entra!

Ele foi entrando e abaixando a cueca ao mesmo tempo. Consegui ver muito bem porque ele não se deu ao trabalho de tentar esconder. Tinha um tamanho médio os pelos eram lisos e estava meia-bomba de tanto segurar pra mijar. Um jato forte de urina fazia aquele “tchóóó” gostoso que era uma música para os meus ouvidos. Enquanto ele mijava, ficava balançando o quadril no ritmo da música que tocava lá na piscina.

Ele é um cara bonito, tem 26 anos e muito ingênuo. Não deve ter nem percebido que eu estava olhando porque todos já estavam um pouco bêbados neste ponto.

Fiquei de pau duro e tentei disfarçar minha ereção. Ele balançou o pau, deu descarga e saiu.

Quando eu voltei para a piscina, todos estavam molhados ainda e sentados nas cadeiras de plástico. Fiquei numa outra cadeira conversando e brincando com eles, ao mesmo tempo em que sempre dava um jeito de admirar meus primos só de cuecas molhadas e transparentes mostrando aqueles volumes lindos. Os héteros tem uma mania de ficar pegando no pau toda hora e eu adoro olhar enquanto eles fazem isso.

Como eu sabia que dali não ia sair nada – afinal de contas eram meus primos e meu irmão – dei boa noite e fui para o meu quarto.

***

No dia seguinte, meu irmão me pergunta se tudo bem ele chamar quatro amigos dele que estavam numa cidade vizinha. Eles só viriam para passar o dia, fazer um churrasco e curtir a piscina, então eu disse que não tinha problema nenhum, já que não tinha nenhuma mulher no meio.

Eles chegaram quando nós todos já estávamos dentro da piscina. Eles chegaram, tiraram a roupa e entraram na piscina também. Um deles estava de sunga e o restante infelizmente de shorts.

Eu já conhecia dois deles e os outros dois me foram apresentados: Paulo, mais novinho, nos seus vinte anos, e Rodrigo, já na casa dos trinta. Eles tinham corpos normais, nem magros, nem gordos. O que me chamou a atenção logo de cara foram as mãos grandes, a voz grossa e o jeito de macho que eles tinham.

***

Quando a fome começou a bater, vi que ninguém ia fazer nada se eu não tomasse a iniciativa. Sendo o mais velho, tratei logo de organizar o churrasco. Pedi para alguém comprar pão, refrigerante, mais cerveja e sorvete.

O dia estava muito agradável e ninguém nem pensava em ir à praia. Churrasco na beira da piscina, cerveja à vontade, sol, calor e pagodinho do jeito que os héteros gostam. Só o que faltava – para eles – eram as menininhas.

E aí começou o papo que eu odeio: os rapazes todos atiçados buscando os contatinhos das meninas. “Posso trazer fulana? Posso trazer cicrana?”

Já dei logo um corte fenomenal dizendo que a casa não comportava mais pessoas. Meu irmão concordou dizendo que aquele churrasco era só para “os cuecas” e que depois todo mundo podia sair para curtir a noite com seus contatinhos. Acho que meu irmão só concordou comigo porque no momento ele estava era sem contatinho nenhum. Além disso, ele é o tipo de cara que gosta mais de aproveitar a farra com os amigos. Como único gay do grupo, eu estava adorando, é claro.

No meio de tantos machos, tinha um que chamava muito a minha atenção. Gustavo era um amigo antigo do meu irmão e a gente sempre conversava sobre investimentos e política. Como de costume, conversamos bastante e depois entramos na cozinha para dar uma ajeitada na bagunça, lavar louça e preparar mais carne para aquele monte de machos bêbados e famintos.

Eu estava lavando a louça e ele enxugando. Ele estava só de calção e sem camisa mostrando o peito com poucos pelos. Começou a pegar muito no pau e comecei a perceber que talvez ele estivesse fazendo aquilo de propósito.

Direcionei a conversa para assuntos mais íntimos e perguntei se ele estava em algum relacionamento. Ele já foi logo dizendo que estava ficando com uma menina, mas que não estava dando muito certo. Disse que estar ali só com os amigos tinha sido uma ótima ideia para relaxar, mas que ia precisar dar uma aliviada. Disse que fazia tempo que não comia uma bucetinha. Ele estava louco por sexo, mas ia se segurar para uma oportunidade.

Eu já fiquei doido com aquela informação, mas tentei disfarçar e agir normalmente.

– Quando a gente tá na seca é um perigo. Eu sei bem como é – falei.

Voltamos para a piscina e percebi que o Gustavo começou a me olhar diferente. Eu pegava ele me olhando de longe com um sorriso sacana no rosto, pegava no pau toda hora e eu tentava disfarçar, sem muito sucesso. Na minha cabeça, ele já tinha deixado claro que queria alguma coisa.

Quando entrei na cozinha para pegar uma cerveja mais gelada do freezer, ele veio atrás.

– Vai querer uma também? – perguntei.

– Ainda tenho aqui – respondeu ele e ficou encostado na porta da cozinha com a latinha numa mão. Deu um sorriso e pegou no pau com a mão livre. Olhou por cima do ombro na direção da piscina, viu que a galera estava toda lá fora bebendo e depois apontou com o queixo na direção da despensa. Quando olhei de novo para o short dele, já tinha um belo volume ali.

Dei um sorriso e entrei primeiro na despensa. Ele entrou logo em seguida, fechou a porta e ficou encostado nela, caso alguém tentasse entrar de repente. Ele fechou os olhos, abriu as pernas e só ficou assim. Eu não precisava de convite, sabia o que ele queria.

Abaixei o calção dele junto com a cueca e surgiu aquela rola linda, grossa e deliciosa. Aos poucos ela foi pulsando e ficando reta para cima na minha frente. Conforme endurecia rapidamente, o prepúcio foi abrindo e mostrando uma cabeça perfeita e já toda melada de tesão.

Quando encostei os lábios nela ele estremeceu e sua respiração ficou ofegante. Ele tinha poucos pelos no saco. Abocanhei agora com mais vontade e chupei por uns cinco minutos aquela rola deliciosa e quente.

Percebi que se eu continuasse ele ia gozar logo, mas eu queria aproveitar aquele macho por mais tempo, então falei baixinho:

– Bora sair daqui senão a gente vai dar bandeira.

– Não, continua, continua. Tá gostoso, vai, vai, vai... Vou te dar leitinho na boca.

Eu sabia que se eu deixasse a mamada pela metade, ele ia ficar louco de tesão e aí a gente podia continuar mais tarde. Se ele gozasse, já era.

– Não, cara – falei já me levantando e subindo o calção dele – meu irmão pode entrar aqui e aí tô fudido.

– Caralho, vai me deixar na mão mesmo?

– Bora, bora! – falei já abrindo a porta, mas minha vontade era sentir aquele leite na minha boca.

Quando a gente saiu para a piscina, acho que meu primo mais velho sacou o lance. Ele ficou olhando com cara de interrogação e depois deu um jeito de chegar mais perto e perguntou baixinho:

– O que foi que aconteceu, hein?

– Nada, ué – respondi com um sorriso de lado.

Ele já me conhecia e deve ter entendido a minha cara de safado.

– Pô, você só brinca com os outros, né? Só me despreza...

– Eu? Claro que não!

Eu fiquei surpreso com meu primo dizendo isso porque nunca imaginei que ele pudesse curtir esse tipo de parada também.

– Vou te confessar uma coisa então – disse ele.

– Olha que você tá bêbado, não vai se arrepender depois, hein.

Ele deu um gole na cerveja, olhou em volta para ver se alguém podia ouvir, mas com o som alto, nem que tivesse alguém perto seria possível ouvir nossa conversa.

– Uma vez eu sonhei que você chupava meu pau – disse ele.

– Eita primo...

– Quando eu era adolescente eu deixei um moleque me chupar na garagem de casa.

– E você gostou?

– Claro! Quem não gosta de uma boca quentinha no pau até fazer espirrar leite?

Fiquei louco quando ele falou isso e em seguida ele deu uma amassada no pau, que já começava a crescer com essa putaria toda.

– Quer provar de novo como é ter um macho mamando teu pau? – perguntei. – Homem chupa melhor que mulher, você sabe disso, né?

Ele estava de costas para a piscina e vi nitidamente o pau dele crescendo no short. Ele ficou zoando fazendo o cacete pulsar de propósito. O short ainda estava molhado e o pauzão grosso era perfeitamente visível.

– Olha como você me deixou – disse ele sorrindo e deu mais um gole na cerveja.

– Finge que tá falando com alguém no celular, sobe lá no meu quarto e tranca a porta. Eu vou dar um tempo aqui e subo atrás, beleza?

Ele concordou, se afastou um pouco e fez como combinamos. Fiquei um tempo olhando todos os moleques na piscina para ver se algum deles tinha percebido alguma coisa, mas estavam todos loucos e bêbados, um jogando o outro na piscina, fazendo dancinhas de tiktok e bebendo muito. A hora era agora, ninguém ia nem sentir falta da gente.

Subi, bati na porta três vezes e ele abriu na hora. Tranquei com a chave em seguida e ele já foi logo abaixando o short e ficando só de sunga. Era um volume lindo, o pau quase saindo pela lateral e ele ainda com a latinha na mão, o que me deixou com mais tesão ainda.

Abaixei-me de joelhos na frente dele e puxei a sunga para baixo bem devagar. O pau gigante, branquinho e cabeçudo pulou na direção do meu rosto. Tinha poucos pelos. Ele é todo malhado e fortinho, barriga trincada. Dava para ver que estava muito nervoso porque ele tremia.

Mamei aquele pau como um louco. Pau e saco. Passei minha língua ao redor da cabeça e o pau pulsava quente. Ele ficou lá paradão como o Gustavo, as pernas abertas, deixando eu me deliciar com seu pau.

Meu primo devia estar com muito tesão porque logo eu senti aquela pica ficar super dura e em seguida esguichar leite na minha boca. Ele gemia baixinho enquanto os jatos enchiam minha boca. Era muito leite e os jatos eram potentes. Eu tomei tudo e depois fiquei apertando até pingar a última gota de porra.

Fiquei olhando e o pau não abaixava.

– Caralho, e agora? Meu pau não baixa! – disse ele.

– Vou sair e você dá um tempo pra ele amolecer.

Desci e voltei para a piscina junto com os outros. Eles estavam na maior bagunça e tenho certeza que nem imaginavam o que estava rolando nos bastidores. Tomei uma Corona para celebrar comigo mesmo aquela mamada deliciosa e logo o meu primo chega com cara de quem fumou maconha. Dei uma risada comigo mesmo e já queria mais.

***

No final da tarde, a bagunça continuava e eu via que o Gustavo estava inquieto. Eu quase tinha feito ele gozar, então o tesão estava nas alturas. Eu percebia que o pau dele ficava o tempo todo meia-bomba e ele sempre dando umas pegadas. Ele devia estar louco pra gozar.

Esperei uma oportunidade quando ele ficou sozinho num canto e falei baixinho:

– Ei, Gustavo, tive uma ideia pra gente terminar aquele lance.

– Diz aí.

– Finge que tá falando com alguém no telefone, sobe lá pro meu quarto e tranca a porta. Daqui a pouco eu subo atrás.

Se tinha dado certo uma vez, tinha que dar de novo. Eu estava louco para terminar o que tinha começado.

Ele fez exatamente como eu pedi e desapareceu. Eu servi mais carne pra rapaziada e disse que ia buscar mais bebida.

Passei pela cozinha e subi direto para o meu quarto. O Gustavo já estava lá de pau duro me esperando. Ele parecia bem bêbado agora. Eu fiz ele se sentar na beirada da cama, puxei o short dele, fiz ele abrir as pernas e antes de mais nada dei uma bela cheirada naquelas bolas lindas. Aquele cheiro e aqueles pelos me deixaram louco.

Chupei bem devagar para deixá-lo bem loucão. Ele queria forçar minha cabeça, mas eu tirava a mão dele e passava a língua bem devagar na cabecinha, descia para o saco, subia até a cabeça que babava e ele gemia.

Eu sabia que se continuasse mamando, ele logo ia gozar, então me levantei, peguei um gel que estava num bolso lateral da minha mala, tirei a minha sunga, lambuzei o meu rabo e deitei na cama de bunda para cima.

Ele ficou um tempo parado com a latinha na mão, o pau estalando apontando para cima e então finalmente veio e se deitou meio desajeitado em cima de mim. Estava claro que ele fazia aquilo pela primeira vez.

Senti todo seu peso em cima de mim e o pau foi aos poucos encontrando seu caminho bem no meio do meu reguinho. Quando encaixou, ele foi forçando bem devagar até entrar com cuidado. Ele sabia que tinha um pau acima da média e que não entrava fácil.

Meu cu piscava involuntariamente conforme ele forçava para dentro e ele dizia:

– Isso, seu puto, morde meu pau com o cuzinho...

Eu não estava fazendo isso de frescura, estava doendo muito mesmo, mas eu sentia muito prazer com aquele macho em cima de mim, sua respiração na minha orelha e aquele bafo de cerveja. A gente corria um puta perigo de alguém perceber alguma coisa, eu estava dando para um hétero que era amigo do meu irmão.

Ele não demorou muito metendo rola em mim. Logo senti quando ele enfiou bem lá no fundo e começou a explodir porra dentro de mim. Gozou feito um cavalo, eu sentia as pulsações que me enchiam de leite lá no fundo. Meu tesão foi tão intenso que eu comecei a gozar ao mesmo tempo, sem nem ao menos me tocar.

Ele ficou um tempo ainda deitado em cima de mim e o pau não amolecia porque eu ficava contraindo e apertando o pau dele.

– Caralho, mano, que delícia – gemeu ele.

– É, mas é melhor a gente descer, senão...

Ele foi se levantando devagar e o pau foi deslizando para fora. Quando ele tirou tudo, me virei e vi aquele homem lindo nu na minha frente, o pênis meia-bomba balançando e pingando porra no chão. Ele se vestiu e falei pra ele descer antes.

Já tive experiência com caras héteros e já sei que é assim na maioria das vezes. Sem muita conversa, não adiante querer beijar, não adianta querer romance. Eles só querem meter, gozar e vazar.

Desci as escadas e fui direto para a cozinha preparar mais bebidas. Gustavo já estava conversando com os outros e fingindo que nada tinha acontecido.

Eu não acreditava que tinha feito dois machos héteros deliciosos no mesmo dia dentro de casa, sendo que um deles era um primo e o outro era amigo do meu irmão.

Logo chegou a hora de os meninos irem embora. Abracei todos eles, agradeci por terem vindo e abracei o Gustavo com um aperto especial.

Ainda transei com o Gustavo mais duas vezes depois desse fim de semana. A gente sempre ia para um motel e na segunda vez ele me disse que seria a última vez porque estava ficando com uma menina e achava que eles iam começar a namorar.

Com meu primo rolou mais umas quatro vezes e então perdi o tesão por ele. Ele é bem malhado e liso e não faz muito o meu tipo. Percebemos que seria melhor não termos mais nenhum vínculo sexual. Para minha surpresa, ele não mudou comigo. Conheci sua namorada nova, frequento a casa dele de boa e até batemos papo de vez em quando. Nunca mais mencionamos nossas experiências sexuais.

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Autor: Edson - Fonte origem: clique aqui.

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Conto: Perdendo tempo com um homem mais jovem

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Conto: Quando eu e meu irmão nos pegamos

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Boa noite, hoje estamos trazendo um relato de um visitante do portal no qual ele nos contou a experiência dele com seu irmão. Por tanto, relaxem e aproveitem esse conto.

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Nós somos irmãos mais que isso somos amigos pra toda hora, pra todo problema. Ele na época tinha 18 anos, 1,80m, magrinho - sempre tive taras por aquele V que se forma em direção à virilha -, olhos verdes, cabelo liso mas não liso, acho que mais estilo bagunçado, na época era curto, enfim; eu: 17 anos, 1,75m, magro mas não-definido, cabelos lisos-curtos, olhos castanhos escuros.

Nossa mãe estava trabalhando em uma cidade fora. E nós ficávamos semanas sozinho em casa. A cidade onde ela trabalhava tinha fronteira com o Uruguai. As coisas eram baratas lá. Eu e ele decidimos ir lá gastar dinheiro. Pegamos nossas coisas e fomos. Alugamos um quarto de hotel barato, passamos o dia na rua entre compras e não-compras e voltamos pro hotel pra dormir. Pra mim, uma noite normal. Sei lá, ele era um cara gostoso e eu era o menino não menos gostoso que batia punheta pensando em outros meninos. Mas, a vista do povo éramos até então ambos heterossexuais. 

Então, chegou a hora de dormir. Aquele quarto era um tédio, não havia muito pra se fazer. Resolvemos tirar fotos nossas. Sei lá, fotolog, orkut, spaces em geral nesse vasto campo que é a internet poderiam se utilizar dos nossos registros. E tiramos. Sem querer, ele deletou todas elas. Eu fiquei bravo. Começamos a discutir.
 
Parece que foi ontem quando eu, repentinamente, pulei pra cima dele e começamos uma briguinha daquelas alucinantes de irmãos/adolescentes que fazem de tudo pra se tocar mas que não admitem ser esse o real objetivo. De repente, ele em cima de mim. Eu estava imobilizado. Ele segurava meus braços com uma só mão - na verdade, eu queria mesmo ser imobilizado - e com a outra, montado em mim, começava a passar a mão na minha bunda. Eu reclamava. E gostava. Ele se aproximava mais, e mais, e mais, e, de repente, ele já estava com o peito grudado nas minhas costas, segurando agora apenas um dos meus braços, pois meu outro braço alternava-se entre pegar o pau e a bunda dele e a outra mão dele se divertia agora por dentro da minha calça, ainda na minha bunda. Nos beijamos. Ele parou.
 
Conversamos, aquela noite, sobre tudo. Mas muito pouco. 

A verdade é que falamos por celular. Ele digitava e eu respondia no próprio celular. Ele com vergonha; eu com ainda mais. Naquela mesma noite, ainda chupei ele, sem o menor jeito. Ele não gostou. Nem eu. Ele tentou me comer, mas tinha um pau muito grosso. Embora devesse ter apenas uns 15 ou 16cm, era extremamente grosso, um dos mais grossos que já conheci. Não consegui dar pra ele, mesmo a gente tendo buscado sabonete e afins. Desistimos e fomos dormir. O vi se masturbando antes de dormir. Também o fiz.
Passaram os meses e fingimos que nada havia acontecido, até que, em outra viagem, dormimos lado a lado, numa cama de casal de uma casa de verão nossa, onde apenas nós dois estávamos. Pensei em fazer alguma coisa. 

Estava com medo, mas também com muito tesão. Ele estava deitado de lado pra mim. Toquei no seu pau. Estava duro. Mexi um pouco por cima da bermuda vermelha de tecido. Parei. Não, eu não podia fazer aquilo. Ele não gostava e, embora eu gostasse, eu tinha de parar e respeitá-lo.
Virei pro lado e dormi. No meio da noite, porém, acordei. Acordei com alguém me abraçando apertado por trás. Era ele. Ele que vinha por trás me abraçando e me encoxando cada vez mais forte. Ele não falava nada, apenas me abraçava e me encoxava. Segurava no meu peito. E sua mão foi subindo, subindo, até que chegou à minha boca. Abri e lambi seu dedo. Lambi como se aquele dedo fosse a boca dele. Ou o pau. Lambia com maestria, da ponta ao final, dando voltas, com muita saliva, chupando. Isso eu sempre soube, desde meus namoros com meninas, quando elas faziam isso comigo.De repente, virei de frente pra ele, puxei ele firme, beijei seu pescoço, o pus por baixo, olhei nos seus olhos, verde-brilhantes, me encaravam de frente, se fecharam, e o beijei.
Beijei-o fundo, rápido, alucinante. Já estávamos sem camiseta, porque estava calor, e também tirei a bermuda dele. Bati uma enquanto nos beijávamos. Depois desci, lambi seus mamilos, sua barriga, seu V que tinha na sua virilha, seu pau, suas bolas, suas coxas. Subi de volta, beijei a boca. Ele me virou, me beijou no pescoço, quis me comer e paramos. Ainda ali não tínhamos lubrificante nem camisinha. Ainda ali não conseguiríamos. 

Ele deitou quieto do lado dele e eu do meu. Ele disse que não gostou; eu fiquei entre minha tristeza e meu sentimento novo, recém descoberto, fantástico, explodindo. Eu não tinha nojo já ele dizia ter. Ele com  18 anos, magrinho, lindo, o projeto de perfeição íntima. Conversamos muito nunca divulgamos as fotos da nossa primeira viagem, por ele as ter deletado. Ele disse que chegou a achar que era, mas que, não, ele tinha muito nojo, não deveria ser palavra forte essa, né? homossexual, gay.

Se ele disse isso pra mim, em quem ele confia mais do que até nele mesmo, é porque ele realmente acredita nisso. Não consegui mudá-lo quanto a isso. Cada um a seu tempo. Tivemos, depois disso e antes de eu conhecer outros meninos e vir a ter minha primeira e outras (várias) vezes, ainda várias chupadas, alguns beijos, uma vez em que ele teve ereção (e orgasmo) 5 vezes seguidas, mas o fato é que até hoje somos os mesmos. 

Ele me respeita. Eu o respeito. E eu dei pra ele já, também, mas isso é outra história que é quase estória, porque, afinal, ele estava dormindo (ha ha ha).
E tudo sempre se passou assim, na hora de dormir. Se não fosse essa hora, talvez tudo ainda hoje, dois anos depois, fosse apenas sonho e punheta.

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Autor: Filipe Silva - Fonte origem: E-mail

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Contos: O segurança do Bradesco

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Este mês estamos querendo trazer vários contos aqui para vocês se deliciarem. Por isso hoje trouxemos um conto real, aonde um homem conta o caso que ele desenrolou dentro de uma sauna.

Aproveite!

A alguns anos atras, comecei a frequentar um clube da cidade em que morava, junto com meu sogro, íamos mais para meu sogro fazer uma fisioterapia e massagem em sua coluna, e o massagista lé era expert, pois era profissional no futebol, segundo meu sogro, ele fazia milagres. Naquele ambiente também havia uma sauna anexa, muito frequentada, tanto a seca como a vapor, enquanto meu sogro fazia sua fisioterapia, era aplicada sua massagem, eu geralmente frequentava a sauna, ali era comum vermos nus, ou de roupões, ou até mesmo enrolados em toalhas, era comum termos os barrigudos, os sarados, as piroquinhas e os pirocões, os tímidos, os exibicionistas, os manja rolas (essa era a parte de minha preferência), adorava na sauna a vapor, mesmo com visibilidade dificultada, ver aqueles corpos suados, aqueles paus balançando, sem nomes, sem rostos, inúmeras vezes me masturbava pensando neles, depois de sair da sauna, fiquei louco certa vez que vi um negro, sarado, saiu da sauna seca, totalmente pelado, entrando na ducha, eu estava na ducha ao lado fazendo barba, é muito bom, fazer barba com sabão de côco na sauna, a pele realça, aquele negro tinha um frasco de detergente entre as pernas, puxei assunto com ele, dizendo a agua estar uma delícia, ele concordou, dizendo que aquilo fazia um bem danado; quando ele se ensaboou com sabão de coco, foi uma tentação, a espuma descia por aquela pica, quando ele encheu a mão, lavando-a, quase tive um troço, naquele dia, quando tive oportunidade a punheta foi intensa, com dedo ensaboando o cu e tudo. Depois daquele dia, eu procurei me informar sobre quem era aquele negro, até saber qual era a frequência dele lá na sauna, dias que costumava ir, o nome dele era Adamastor, ele costumava ir mesmo na sauna as segundas feiras, quando estava mais vazio, geralmente saia do serviço e ia, era segurança de banco, descobri e fui verificar, ele trabalhava na agencia do Bradesco. Não preciso falar que comecei ir a sauna nas segundas feiras, nessa época eu trabalhava como administrador de uma fazenda, andava sempre numa camionete, as pessoas até pensavam que eu era milionário, pinta eu tinha....rsrsrs. Adamastor não faltava a sauna de segunda feira, segui os hábitos dele, primeiro fazia a seca, tomava uma ducha e ia para de vapor. Naquele dia, acho que tive sorte, éramos três na sauna, quando Adamastor me encontrou, ja na seca, me reconheceu, cumprimentou, começamos a conversar amenidades, estrategicamente eu sentei num banco acima do Adamastor, portanto tinha total visão do corpo dele, visão fixa naquela pica, eu estava enfeitiçado, o problema era o terceiro que estava no local, que vez e outra se infiltrava na conversa, e eu não podia fazer uma abordagem mais sucinta e direta. Assim que ele saiu, foi um alívio, sutilmente comentei com Adamastor, que o cara era entrão, se metendo no nosso papo, ele apenas sorriu, notei o corpo dele muito suado, o cheiro de suor invadia as narinas, peguei um pedaço de sabão de côco, e comecei a me ensaboar, me na frente dele, ali na sauna mesmo, usando a umidade do suor, para espalhar, quando passei pela bundinha, deixando-a totalmente ensaboada, quando dou uma inclinada, forçando uma arrebitada, sei que esponho meu cuzinho, é fatal. Adamastor, gostou da idéia, me pediu o sabão pois iria se ensaboar ali também, quando lhe passei o sabão que havia acabado de passar na bundinha, o primeiro lugar que ele ensaboou, foi aquela piroca, fiquei observando, uma vontade de ajuda-lo, me contive, tive que disfarçar minha excitação. O banho frio naquele momento foi fundamental, pois , abaixou meu fogo, mas pude notar que no Adamastor, a visão do meu anelzinho, mexeu com sua testosterona, pois parecia mais grosso.

Quando segui para sauna a vapor, nosso terceiro "amigo" estava saindo, eu me sentei no alto, logo depois Adamastor entrou, sentou praticamente na mesma posição que estava na seca, Comentei que a água estava muito boa mesmo, que faz bem para relaxar, ele sugeriu que uma boa gozada também faz relaxar, eu concordei, dizendo ser até melhor que a água fria, foi a vez dele constatar que nosso terceiro "amigo" havia saído, eu sonso, disse que deve ter tomado "simancol", eu era incapaz de entrar numa conversa que não tenha sido chamado, ele riu, e disse que ele também, só entra quando convidado, eu interpretei como uma indireta, concordando que eu sou até receptivo, porem quando vejo que não esteja sendo inconveniente. Adamastor resumiu que então estávamos em sintonia, ele só entrava quando convidado, eu receptivo, era uma conexão perfeita. Eu concordei, dizendo achar que estava nascendo ali uma amizade, eu me identifiquei muito com ele, e com meus verdadeiros amigos gosto de acolher.....se é que ele estava me entendendo, pois uma mão amiga é sempre uma possibilidade, é só ele querer; Adamastor se levantou e sentou ao meu lado, dizendo que uma mão amiga era sempre bem vinda, mesmo com o vapor, deu para perceber total ereção daquele membro, levei a mão, acariciei sentindo a textura nervosa, latejante, o punhetei lentamente, ele se levantou oferecendo para chupa-lo, lambi a cabeça, a extensão, minha língua passeava, acariciava aquela verga, cai literalmente de boca, com sofreguidão caprichei uma chupeta, tocando lhe uma punheta com a boca, até ele despejar muita porra, em minha garganta, pois ele segurou minha cabeça, fazendo com que eu quase engasgasse.

Saí dali para o banho, Adamastor veio logo atrás, só trocamos palavras ao sair do clube, eu combinei de passar no Bradesco qualquer dia para irmos para outra cidade, ele me garantiu que estaria a minha disposição.

Passei aquela noite depois de ter chupado Adamastor na sauna, com o gosto daquela piroca, entranhado em mim, me preparei por uns 3 dias, até ir ao Bradesco para combinar com ele.

Naquela época não existia as facilidades de hoje, sem celular, motéis mais difíceis.Combinamos uma pescaria o sábado.

Eu estava literalmente preparado, seguimos para um rio pesqueiro numa cidade vizinha, aí chegar no local, de difícil acesso, verifiquei que não poderia ter sido melhor escolha. Já no meio do caminho, confessei que não parava de pensar no que aconteceu entre nós, perguntei se ele queria completar, eu queria muito, então só foi chegarmos e me ofereci a ele, prometendo fazer o que ele desejasse.

A pescaria ficou pra depois, apalpei a vara dele, tesa, ele me perguntou se estava com fome, eu respondi que com muita, eu me agachei em frente ele de cócoras, e proporcionei um belo boquete. Eu não via a hora dele me torar, mostrei a ele como estava meu cuzinho, que se ele quisesse poderia colocar aquele pausåo, literalmente parecendo um frasco de detergente.

Quando aprontou em meu cuzinho, fazendo circunferência eu pedi um pra colocar um pouquinho, lubrificado pra pomadas japonesa, me deitei de bruços sobre uma pedra arredondada, a mercê daquele negro , pedi para Adamastor me fuder, ele foi invadindo, o desconforto foi superado pelo tesão, quando senti que estava inteiro enterrado em mim, pedi: fode negão!!! Senta piroca no meu cuzinho. Ele socou até me encher de leitinho.

Fiquei com o cuzinho arregaçado, mas aguentei tudo.

A partir daquele momento eu estava fadado a continuar a dar o cu mesmo depois de casado.

Adamastor ficou sendo meu amante por um bom período.

Autor: Edmar Borsato - Fonte origem: clique aqui.

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Contos: Uma viagem inesperada

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E vamos de mais um conto, para ajudar a vocês a aproveitarem ainda mais este feriadão prolongado que estamos tendo. E hoje este conto supostamente é algo real, que aconteceu verdadeiramente conforme relatado. 

Aproveite:

Olá, me chamo Rodrigo, tenho 39 anos e moro no RJ, e o que vou relatar aconteceu comigo a uns 2 anos atrás. Um amigo que conheci na faculdade me convidou para acompanhá-lo em uma viagem para o Mato Grosso onde seu pai vive e tem uma fazenda. Ele disse que o pai precisava da ajuda dele para resolver umas coisas com o pessoal da cooperativa da região e que o pai não entendia muito do que era falado pois era uma pessoa simples e ele sempre ajudava participando desses encontros para pegar as informações e passar para seu pai. Ele me disse que eu poderia ficar na fazenda e aproveitar o local e que teríamos que ficar no mínimo 5 dias. Como minha esposa havia viajado para ajudar minha sogra com problemas de saúde, resolvi ir e aproveitar o momento já que estava em casa de bobeira.

Seguimos para o MT e a fazenda era bem afastada para dentro do estado e a viagem era um pouco longe. Ao chegarmos fomos recepcionados por seu pai, um homem simples, com pouco mais de 50 anos, estatura mediana e com mãos grossas e calejadas, se chamava Paulo. Me dirigi ao quarto, tomei um banho e retornei depois de quase 1hr e meu amigo conversava com seu pai para se iterar da situação e meu amigo disse que eu teria que ficar na fazenda com seu pai e que ele teria que ir para a cidade onde ocorreria a reunião e como ficava a pouco mais de 3hr de viagem, ele e seus primos que também iriam participar decidiram ir no mesmo dia em que chegamos para ganhar tempo e já acordar na cidade para o evento. Pouco tempo depois seus primos chegaram e ele me disse que eu poderia ficar tranquilo e desfrutar da fazenda e que seu pai cuidaria muito bem de mim. Mal eu podia imaginar que realmente o pai dele “cuidaria” de mim, em outros sentidos.

A noite caiu e passei um tempo só na casa principal enquanto tinham algumas pessoas que trabalhavam na fazenda que vez ou outra passavam pela casa. Eu resolvi dar uma saída e passei perto dos estábulos. Como a luz estava acesa resolvi ir conhecer os cavalos. Quando chego mais próximo, ouço uns grunhidos de cavalo como se estivesse incomodado com algo, resolvo me aproximar para ver e pra minha surpresa Paulo estava atrás de uma égua, encaixado e resmungava que a bichinha não ficava quieta e resolveu se afastar e aí vejo que o homem tinha uma rola grande, que estava meio mole mas ainda sim em riste. O pau do homem brilhava e eu não conseguia parar de olhar para ele, enquanto o mesmo resmungava com a égua, quando de repente ele me vê assistindo aquela cena. O homem fica um pouco envergonhado, guarda a enorme rola e sai por outro lado. Fiquei com o rosto em brasas e me retirei para o quarto, a cena que presenciei não saía da minha cabeça e fiquei bastante tempo tentando dormir, impressionado com o que tinha visto.

No dia seguinte fui pra mesa tomar café e encontro Paulo entrando em casa, conversou comigo como se nada houvesse acontecido e me diz que preparou os cavalos para me levar para conhecer a propriedade e tomar um banho num riacho próximo. Depois do café fui a seu encontro para poder conhecer a fazenda. A propriedade era enorme e ele disse que o riacho ficava a uns 20 minutos e fomos conversando sobre como conheci seu filho e outras coisas. Ao chegarmos no riacho ele disse que podia tomar banho sossegado que ali ninguém nos incomodaria. Então ele tirou suas roupas, sem cerimônia e ficou nu para tomar banho e pude ver de perto a rola daquele homem. Era grande e grossa e ainda estava mole, apontando para baixo, com a cabeça daquele enorme cacete meio para fora. Por um tempo fiquei imóvel e ele me pergunta o que eu estava esperando. Fiquei sem graça e comecei a retirar a roupa e fiquei de shorts, e ele logo pergunta se não prefiro retirar os shorts e ficar mais a vontade. Ainda sem graça respondo que não pois estava de boa daquele jeito.

Tomamos banho e nos colocamos em cima de umas pedras tomando sol, o homem deitou ao meu lado e falava de algumas coisas mas eu não conseguia entender nada, apenas olhava pra aquele pau, enfeitiçado talvez, quando sinto a mão dele tocando a minha e me perguntando algo que não consegui entender. Ele puxa minha mão e pergunta novamente porque eu estava olhando para sua pica, e eu começo a gaguejar, então ele pergunta se eu gostaria de pegar, então respondo que não pois nunca havia feito aquilo antes e que não curtia aquilo. Então ele pergunta porque não paro de olhar para seu cacete, que já dava sinais de vida, e então novamente gaguejando sinto ele puxar minha mão até sua pica e ao tocar sinto algo percorrer meu corpo que não sei explicar. Estava entorpecido pelo momento e só aceitava passivamente que eu estava acariciando o membro de outro homem, e para minha surpresa, quando me toquei, estava acariciando sua rola por vontade própria. Então ele disse pra eu colocar a boca e novamente eu fico relutante quando sinto ele puxar minha nuca de encontro a sua pica e pronto, agora estava aquele homem, de mãos grossas, esfregando seu membro, duro, na minha cara, forçando meus lábios, e instintivamente eu abro minha boca e começo a lamber e tentar colocar aquela coisa grossa na boca. Eu sentia o gostinho salgado que saía daquela pica enquanto Paulo forçava cada vez mais sua rola pra dentro de minha boca. Pouco tempo depois estava eu, sem entender nada e apenas seguindo meu extinto, tentando abocanhar o máximo aquela piroca que era muito grossa, enquanto Paulo forçava cada vez mais forte, meu maxilar queimava pois abocanhar aquela tora grossa era muito dificil, até que ele deu uma arfada e o pau começou a pulsar. Nesse momento ele forçou ainda mais a minha boca e eu senti seu gozo forte espirrando na minha garganta. Tentei sair, mas o homem era forte e acabei engolindo a maior parte daquela porra grossa, enquanto ele esfregava o pau todo melado em meu rosto. Eu estava sem saber o que fazer mas me mantinha chupando aquele pau, enquanto ele se mantinha semi ereto. Paulo se levantou, me pediu para arriar as calças que ele queria colocar aquele membro em meu cú. Eu disse que não e fiz várias ponderações e ele insistiu bastante, mas eu disse que o chuparia novamente, quantas vezes ele quisesse mas que não lhe daria meu cú, pois aquilo era de mais pra mim. O homem se contentou naquele momento e também fui salvo por seu telefone tocar pois precisavam dele na fazenda.

Nos vestimos e retornamos para a fazenda. Eu estava pensando mil coisas mas não consegui esquecer aquele momento e nem o gosto da porra daquele homem, pois não saía da minha boca. Passou o dia e não o vi por conta dos afazeres da fazenda. A noite resolvi procurar Paulo e fui olhar o estábulo para ver se aquele homem estava se aliviando naquela égua novamente. Eu não deveria procurá-lo, mas algo me fazia ir atrás daquele homem. Enfim, não o encontrei e resolvi ir para meu quarto dormir. No meio da noite eu senti um leve deslocamento de ar e percebi que alguém havia entrado no quarto. Era Paulo, me perguntou se eu estava procurando por ele pois havia me visto ira até o estábulo. Respondi que não mas ele não acreditou e disse que precisava que eu o chupasse novamente pois ele ainda estava com muito tesão e que eu havia o prometido chupar quando ele quisesse. Ele colocou o membro para fora e esfregava aquele membro suado e que cheirava forte em meu rosto. Eu estava com o maxilar dolorido do boquete que havia feito nele durante o dia e não conseguia o chupar direito.

Ele deu uma reclamada e perguntou se podia comer meu cuzinho. Eu disse novamente que não e ele me pediu então para lamber meu cuzinho. Relutante eu abaixei meu shorts e deitei na cama, meu rosto queimava de vergonha e de tesão enquanto aquele homem começou a lamber meu cuzinho. Estava me tremendo todo e ele lambia, quando de repente senti uma leve pressão no cuzinho. Era ele forçando o dedo indicador na portinha do meu cuzinho, me contorci e ele abraçou minha cintura e pediu para que eu relaxasse e que era apenas um dedo. Resolvi acatar o que Paulo pediu e depois da pressão, senti que o dedo dele, que também era grosso e áspero, entrou em meu cuzinho e ele começou um entra e sai com aquele dedo e quando ele percebeu que eu estava gostando ele acelerou o movimento, então eu puxei o corpo e pedi para ele continuar devagar pois como seu dedo era áspero estava deixando meu cuzinho com as berolas ardidas. Então ele voltou a movimentar mais devagar e quando eu estava relaxando ele forçou um segundo dedo. Eu tentei relutar e ele novamente me abraçou pela cintura e pediu para eu relaxar que seria melhor, e o homem sabia o que dizia, logo eu estava relaxado enquanto ele entrava e saía do meu cuzinho com aqueles dois dedos e massageava meu cuzinho por dentro. Senti um fogo me subindo e de repente gozei forte. Foi intenso eu delirava e meu cuzinho apertava os dedos daquele homem, como se estivesse retribuindo o carinho. Depois de gozar o copro relaxou e senti ele deitando atrás de mim e eu sentia calafrio com seu corpo encostado ao meu. Ele disse então que era hora de eu retirbuir.

Encostou a cabeça daquele enorme cacete na porta do meu cuzinho, e eu estava ofegante e relaxado depois do gozo e ele se aproveitou do momento. Começou a forçar a cabeça daquele membro, que mais parecia um punho fechado de tão grande que era, e eu tentei sair daquela posição. Foi quando ele girou seu corpo por cima do meu, e eu fiquei em um posição que não tinha forças para empurrá-lo e ele forçou, senti uma puta dor quando a cabeça daquela pica passou pela entrada do meu cuzinho, quase chorei, era uma dor que me percorria o corpo e ao mesmo tempo sentia um calor que irradiava o corpo inteiro. Ele começou a soltar o peso do corpo e eu comecei a sentir as paredes do meu cuzinho se dilatando a medida que aquele membro adentrava e depois de alguns segundos, senti que tudo tinha entrado, percebi quando seu corpo tocou o meu e seus pentelhos faziam cócegas na portinha do meu cuzinho. Senti um tremor, era bom, eu relaxei. Ele começou um entra e sai e cochichou ao meu ouvido dizendo que eu era a égua mais gostosa que ele já havia currado. Senti uma alegria quando ele falou isso, não sei se deveria, mas me senti cheio, literalmente. Paulo socava forte e fundo em meu cuzinho e eu me sentia cada vez mais em brasas. Era bom de mais aquela sensação. Eu não queria dizer isso pra ele porque eu não queria que aquilo se repetisse. Mas não adiantou, me virou, ainda espetado naquela pica, me olhou nos olhos e disse que iria adorar fazer isso comigo todos os dias que eu ficasse ali. Nossa, só consegui sentir tesão e ele percebeu que eu tinha gostado de ouvir aquilo.

Virei meu rosto, envergonhado e ele percebendo, retribuiu com socadas mais vigorosas e mais rápidas. Eu estava cansado, meu cuzinho estava dilacerado, mas eu estava gostando muito daquilo, apesar de nunca ter me imaginado em tal situação. Já passava mais de 40 minutos daquele homem me “maltratando” enquanto me xingava e me fodia e elogiava e socava ainda mais, tudo era bom. Quando eu senti que estava gozando novamente, meu cuzinho deu um aperto muito forte que fez ele virar os olhos e senti seu pauzão inchando dentro do meu cú. Era ele também gozando, depois do meu cuzinho mordiscar seu pau por conta da chegada do meu gozo. Ele colocou muito fundo, me puxou com muita força, arfando, todo suado. Cada jato daquela piroca, era uma estocada forte no meu cuzinho e eu recebia os jatos de porra do meu cacete a cada estocada dele. Que sensação do caralho, nunca havia sentido isso. O homem deitou-se, todo suado enquanto seu pau saía do meu cú. Senti meu cú totalmente arrombado, enquanto sua porra grossa escorria de dentro do meu cuzinho. Adormeci de cansado e Paulo também.

Acordei na manhã seguinte com Paulo esfregando seu cacete semi ereto na portinha do meu cuzinho, que estava todo lambuzado da nossa foda anterior. Ele queria me comer novamente. Meu cuzinho estava dolorido, mas eu tinha vontade de sentir ele dentro de mim novamente. Só de lembrar, sinto meu cú pegar fogo.

É isso, contarei como foram os outros dias em um próximo conto. Abraços!


Autor: Rodrigo - Fonte origem: clique aqui.

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Contos: Aventura na academia

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Para o primeiro conto do nosso portal, trouxemos uma relato de uma cara que transou dentro da academia que ele frequentava. Para muitos este é um relato super excitante, por isto aproveitem, boa leitura e comentem a opinião de vocês!

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Então, morosidade da rotina estava me tomando, não nasci para isso, nasci para viver intensamente... pagando apenas contas, resolvendo problemas, cuidando de filhos, tudo bem, é normal, a vida é assim. tem coisas que acontecem por acaso. Eu considero o ambiente da academia muito sensual, apesar de não ser o maior fã em frequentar, o corpo pediu uma providência, índices alterados, foi necessário então, frequentar uma. 

 Como vou no horário de almoço, tenho que tomar banho antes de retornar ao trabalho e é nesse momento que a mente fantasia as mais diversas situações. Com o passar da rotina, algumas pessoas sempre estão no mesmo horário no local, sendo assim fica fácil perceber. especificamente, um outro cara toma banho na mesma hora que eu. Não sei nem julgar sua beleza, sei que é um cara normal, magro, mais baixo que eu, e sempre achei que ele tinha um jeito meio diferente participei de um happy hour, estava sem beber a um tempo mas não cheguei a passar mal, porém acordei e o efeito do álcool ainda estava presente. 

Mesmo assim insisti em ir para academia, treino normal, no momento do banho, cheguei um pouco depois só que resolvi fazer uma coisa diferente, tirei a roupa antes de entrar no box, deixando minha bunda exposta. e sem pensar peguei uma sacola que caiu no chão aumentando a visão ao colega citado. depois olhei para ele sem perceber nada ele sorriu, então entendi o que aconteceu. semente plantada eu pensei... ele veio na minha direção, eu pensei em desistir mas resolvi deixar pra ver o que iria rolar... ele olhando para mim, pegou na minha nádega e deu uma apertada, estranhamente meu pau deu sinal, então ele me empurrou gentilmente para dentro do box, deixou sua toalha fora e entramos. 

Adrenalina estava a mil, a exposição seria uma tragédia na minha vida, porém não estava raciocinando da melhor forma. ele me abaixou pediu para chupa-lo, o que eu fiz dentro do que eu sabia... achei que ficaria apenas nisso, pois não tinha camisinha, o chuveiro ainda não tinha aquecido então estava de lado fugindo do jato de água, depois que aqueceu entrei embaixo e parei de pensar no mundo lá fora... estava apenas sentindo... depois de chupar um pouco, ele fez que iria gozar eu não sabia como agir então continuei chupando até que ele gozou intensamente na minha boca... eu ainda sem saber o que fazer continuei chupando, acabou que eu engoli um pouco, um pouco escorreu... imaginei as cenas de filmes... então ele me guiando, me levantou e colocou de costas contra a parede e fez que iria meter... eu estava apreensivo, sem camisinha sem experiência, mas me mantive passivo e imóvel, ele esfregou a cabeça. esqueci de mencionar que o pau dele era enorme muito maior que o meu... tive dificuldades de engoli-lo. então os nossos corpos molhados, acabou encaixando e entrando um pouco. 

Estranhamente doeu menos do que eu imaginei. mas doeu, ele foi devagar, coloquei os dedos para acompanhar a entrada e saída conforme foi relaxando, ele foi aumentando as estocadas, com cuidado para não fazer barulho... gemidos abafados, em determinado momento já com um movimento constante, ele apertou meus mamilos e eu gozei sem triscar no meu pau, uma sensação inédita e muito intensa, ele gozou novamente dentro de mim, fiquei pensando no risco com o fato de não ter camisinha... lavei imediatamente como se adiantasse alguma coisa, mas confesso que a sensação de ter um pau pulsando dentro de mim e encharcando com porra é muito boa. saímos, não dissemos uma palavra... ainda não voltei na academia... 

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Autor original: Aventureiro Brasília - Fonte origem: clique aqui.
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