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Conto: Comi meu sobrinho no natal

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O Natal é uma época de reencontros, calor humano e, por vezes, surpresas que transformam para sempre nossas vidas. No conto Comi Meu Sobrinho no Natal, o autor explora os limites entre o proibido e o desejado, em uma narrativa ousada e emocionante que promete aquecer as noites frias de dezembro.

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Boa noite, galera. Fazia tempo que não postava nada, então vou contar o que aconteceu nesse Natal – nem eu acreditei.

Vou me apresentar primeiro, pois muitos não devem ter lido meus contos anteriores. Sou o típico ursão: moreno, peludo, barba, gordinho e muito safado.

Bom, vamos ao conto. Deixando claro que é verídico, só mudei os nomes para não comprometer ninguém.

Este ano, a família da minha esposa veio passar o Natal aqui em Ubatuba. Veio a cunhada e os sobrinhos, que eu não via há mais de dois anos por causa da pandemia. Meu sobrinho, desde pequeno, eu achava que era homossexual – sempre brincava de boneca e adorava imitar a Britney Spears na frente do espelho, mas nunca levamos muito a sério. Hoje, com 19 anos, continuava com suas delicadezas: muito educado e vaidoso. Vou descrevê-lo: um menino loirinho, alto (deve ter uns 1,75m), magrinho, com uma bundinha deliciosa e um bom volume na frente. Chegaram no dia 20, e ele já veio me dar um abraço bem apertado, onde senti na hora sua rola dura. Eu dei uma apertada na sua bundinha, e ele não reclamou nada. Até aí, tudo bem.

Dia 24, fomos todos à praia. Moro pertinho, dá para ir a pé. Ele ainda não tinha acordado, então ficou. Lá pelas 11h, voltei para casa para abastecer o cooler de breja. Cheguei e, ao abrir a porta, vi que ele já estava acordado – estava dormindo na sala, e não tinha ninguém. Continuei fazendo minhas coisas; ele estava no banho. Enchi o cooler de gelo e breja, e escuto o chuveiro ligar. Até aí, tudo bem. Nunca tinha passado pela minha cabeça espiar ou tentar alguma coisa, mas algo me chamou a atenção: comecei a escutar um gemido. A janela do banheiro dá para a varanda de frente, onde eu estava arrumando as coisas. Fiquei super curioso e, aí sim, fui ver o que rolava.

Simplesmente: meu sobrinho estava sentado de lado no chão, enfiando o cabo da escova – aquela que usamos para esfregar as costas – no cuzinho. Mano, que visão foi aquela! Ele estava de costas para a porta e, como a porta sanfonada estava sem tranca, abri bem silenciosamente e fiquei olhando por uma fresta. Ele enfiava e, nossa, rebolava. Parecia que seu cuzinho aguentava muito – não sei se era virgem. Aí, o que mais me intrigou e me deixou de pau duro na hora foi que ele falou assim: “Isso, tio, mete na sua putinha, acaba comigo” – e gemendo, enfiando gostoso.

Eu não aguentei. Entrei no banheiro, e ele deu um pulo, levantou rápido. O que me impressionou foi aquele moleque magrinho com uma rolona enorme, que balançava de um lado pro outro. Ele começou a chorar, entrou em desespero, não sabia onde enfiar a cara. Eu, que estava só de bermudão sem cueca, entrei no chuveiro e cheguei perto dele, já pegando na rola dele. Falei: “Calma, Vitor, não era isso que você queria?” e comecei a masturbá-lo, enquanto chegava na boca dele e falava no seu ouvido: “Agora o titio aqui vai realizar o que você sempre quis” – e lambi a orelha dele, passando pelo pescoço. Ele estava nervoso, e eu acariciando a rola dele. Ele já estava entregue.

Cheguei próximo à boca dele, fiz que ia beijar – ele virou o rosto. Dei um tapa na cara dele gostoso e disse: “Agora você vai fazer tudo que eu quero, você vai ser minha putinha” – e beijei ele, enfiei a língua na boca dele. Ele abriu, mas não correspondeu. Nessa, comecei a apertar mais a rola dele, e ele começou a corresponder o beijo. Que delícia de boca! A nossa língua se enroscando. Ele começou a se soltar, e já escutava ele gemendo. Eu, que curto demais uma chupação sem frescura, fui me abaixando e cheguei em sua rola. A água caindo sobre a gente, eu com aquela rola dura já latejando em frente à minha cara – queria fazê-lo sofrer. Passava só a língua na cabeça da sua rola, passando em volta dela, até que enfiei ela inteira na boca. Ele estava indo à loucura, gemendo.

Mas não era isso que eu queria. Na verdade, tanto eu quanto ele queríamos que o seu cuzinho gostoso fosse arrombado. Então, virei ele, colocando-o apoiado na parede, e comecei a lamber seu cuzinho – vermelhinho e raspadinho. A minha putinha depilava o rabo já, que vadia! Eu metia a língua dentro, e o safado piscava o cu, engolindo ela, gemia e rebolava nela. Eu mandava ele falar: “Vai, tio, me faz de putinha” – até que ele não aguentou mais e, até eu me surpreendi, ele disse: “Mete nesse cu, me faz de puta, tio!”.

Eu não aguentei. Levantei e peguei ele pelo cabelo, abaixando até minha rola, que estava explodindo de dura e dava pintada na cara dele. Enfiei tudo até ele engasgar, como se fosse o cuzinho. Mandei ele engolir ela toda e babar muito nela para enfiar no seu cuzinho. Ele chupava com vontade – descobri que ele já havia chupado outras rolas. Não aguentando mais e quase gozando, levantei ele, coloquei de quatro na privada e comecei a lamber o cuzinho para enfiar nele. Nessa, ele olha pra trás e fala: “Tio, vai devagar, que eu nunca dei meu cuzinho – só brinco com alguns brinquedinhos nele”. Nossa, pirei! Comecei a forçar a rola nele, e não entrava. Ele era realmente apertadinho, mesmo enfiando a escova. Peguei um pouco de um óleo de corpo que tinha no banheiro e meti no cuzinho dele e na minha rola. A cabeça entrou, ele deu aquele gritinho – pqp, aquilo me acendeu.

Comecei a enfiar centímetro por centímetro e esperava para acostumar, até que ele solta: “Mete com tudo, tio, quero ser arrombado por essa rola!” – como você já tinha escutado. Nessa, eu virei um louco e metia com tudo sem dó, e ele gemendo, gritando. Não estava acreditando no que ouvia: ele falava “Vai, meu tio, mete na sua putinha, vira meu macho, quero essa rola só pra mim, mete putão!”. Eu metia e, quando estava prestes a gozar, olhei pra ele e vi ele gozando sem tocar na rola. Nessa, peguei na rola dele, lambuzando a mão de leite dele, e passei na cara dele. Ele fez cara de nojo, dei um belo tapa na bunda dele e coloquei ele ajoelhado de frente à minha rola. Comecei a meter a rola na boca dele, ele chupava com vontade. Eu acariciava a carinha da minha putinha toda melada de seu próprio leitinho, até que, não aguentando mais, gozei na boca dele. Ele tentou tirar, eu segurei a boca dele e fiz ele engolir tudo, engasgando no meu leite.

Levantei ele e terminei beijando-o. Nessa, tomamos um banho juntos, onde fiz ele gozar batendo uma pra ele. E depois disso, prometemos que seria nosso segredinho, onde sempre que dá agora eu enfio a rola nele.

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Autor: Caiçara Putão - Fonte / Origem: clique aqui.

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Conto: Transando com o amigo do meu irmão

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A temperatura vai subir. O conto de hoje é um furacão de tesão, sensualidade e pura tensão. Com narrativa vívida e detalhes ardentes, cada palavra é um passo mais fundo na espiral do prazer. Deixe-se levar pela loucura.

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Thiago - Eu ainda não acredito nisso velho, o Dani é buceteiro eu sei disso.

Eu - Me promete mesmo?

Thiago - Sim, pelo menos até você voltar pra casa e se você for mesmo.

Eu - Combinado então.

Partimos e fomos para casa eu tinha que me arrumar mas antes disso ajeitei meu irmão na sala, porque a lesão que ele teve realmente foi um pouco séria e necessitava de cuidados então arrumei ele no sofá e liguei a TV, preparei uma comida para ele e fiquei aguardando o nosso pai chegar. E assim que o coroa chegou, eu fui me arrumar porque eu já tinha recebido mensagens do Daniel dizendo que chegaria em uma hora lá em casa e assim aconteceu. Ele chegou de carro lá na frente da casa, porém não entrou apenas buzinou o seu carro, como eu já sabia que ele estava chegando fui logo saindo de casa, mas ao passar pela sala meu irmão só me deu um olhar que eu não sabia entender bem o que era, talvez desaprovação, raiva ou dúvida, apenas não falou nada e só ficou me olhando, como ele não tinha me dito nada, logo me despedi e fui encontrar com o Daniel.

Eu - Opa, tudo tranquilo?

Daniel - Tudo certo. Cheguei muito cedo?

Eu - Não, já estava pronto. Vamos para onde?

Daniel - Meu apartamento.

Eu - E não corre o risco de ninguém chegar por lá? Tipo a sua noiva?

Daniel - Quase ninguém sabe que tenho esse apê, é o meu espaço para relaxar.

Eu - Relaxar, sei kkkk … é o seu abatedouro né?

Daniel - Também kkkk, posso partir?

Eu - Bora lá, conhecer esse apê para relaxar.

Bom, até aqui eu não falei muito sobre como Daniel era diferente de todos os amigos e até mesmo do meu irmão, ele era um pouco mais quieto e tinha uma postura um pouco mais tímida, porém ele era um pouco engraçado, não era um cara travado e fazia amizade fácil também. A aparência dele logo de cara não é daquelas que chama a atenção, no entanto quando você olha uma segunda vez percebe que tem o seu valor, ele é um negão não tão musculoso mas com braços muito fortes com bíceps que chamam a atenção e diria que para um jogador de futebol ele estava um pouco troncudo, quase gordinho, mas imagino que tenha sido pelo tempo que ficou parado pós cirurgia. O Dani como meu irmão chama ele, tinha uma voz bem tranquila, mas eu sabia que assim como a grande maioria dos jogadores de futebol ele era muito sonso, a prova disso tudo está aí, ele tinha um apartamento que nem a noiva sabia onde era e ele ia para “relaxar”, imagino eu que com outras mulheres. Agora eu que estava a caminho de lá junto com ele, no entanto algo que passou a me chamar a atenção nele era a sua educação e a sua formalidade que era fora do comum para o que eu estava acostumado dos amigos do Thiago que só falavam de comer buceta e futebol, quase que ia esquecendo de falar algo que era muito marcante nele era principalmente o seu cheiro, ele sempre andava muito perfumado com um cheiro típico de Malbec, o perfume dos homens descarados mas isso é algo que realmente chamou a minha atenção além do pau né kkkk.

Dito isso, enfim chegamos ao prédio onde estava o famoso apartamento dele e era um prédio muito familiar para mim, pois eu sabia quem também morava lá, sim era o mesmo prédio que meu irmão tinha um apartamento e tinha dado infiltração, antes mesmo que eu perguntasse alguma coisa o Daniel falou:

Daniel - Sim, é o mesmo prédio que o seu irmão morava, mas eu moro um pouco mais acima

Eu - Tá bom eu já ia perguntar isso

Daniel - Quando ele me falou que estava procurando um apartamento para comprar fui eu que indiquei para ele aqui.

Eu - Vim aqui umas 3 ou 4 vezes e é realmente um local muito bom.

Daniel - Eu sei disso, esse é da minha mãe.

Eu - Tô acreditando que esse prédio é da sua mãe kkkkk tu tá tirando comigo né?

Daniel - Não, sem resenha mesmo, esse é um dos prédios da minha família, meus avós eram donos de uma construtora aqui no estado há muito tempo e esse é um dos prédios que eles construíram para vender apartamentos

Eu - Sério msm? Então tu já era rico antes de jogar futebol?

Daniel - Minha família tinha boas condições, mas não era desse jeito que você está pensando

Eu - Como assim?

Daniel - O meu avô era safado, naquela época não tinham televisão em casa e o velho teve 13 filhos com minha avó, e mais três fora do casamento que a gente só descobriu depois que ele morreu.

Eu - Sério mesmo?

Daniel - O meu tio mais novo deve ser da tua idade, pra tu ter noção. É mais novo que eu.

Eu - Fofoca boa essa viu

Daniel - Então quando dividiu a herança depois que ele morreu acabou que alguns ficaram administrando um ou dois prédios, uns preferiram a grana, outros terrenos e por aí vai nessa brincadeira foram uns 11 ou 12 anos, foi até rápido.

Eu - Babado viu!

Daniel - Por isso quando o Tigrão resolveu comprar um apê, eu logo indiquei aqui e consegui um preço bacana pra ele.

Eu - Tigrão?

Daniel - Assim que a galera chama ele, tem dois Thiago's no time e um na comissão.

A gente ia conversando um pouco mais sobre a história dele enquanto entrava no prédio e ia em direção ao seu apartamento que fiquei pasmo quando vi que era na cobertura uns oito ou nove andares acima de onde o meu irmão tinha um apê dele. Era um apartamento muito bonito, decorado por algum adolescente com certeza, porque tinham detalhes que eu não podia deixar de notar era um apartamento que era claramente um paraíso para qualquer adolescente geek, muitos quadros de animes e bonecos de heróis tipo da Marvel, DC, alguns Digimons e diversos outros personagens de animes tipo Naruto. Além disso tinha diversos jogos de videogame em uma estante e uma mesa de computador com três telas enormes, e com isso acabei descobrindo que o Daniel era muito nerd e eu lembrei de um irmão meu que também era muito nerd que amaria estar naquele apartamento e era o Rodrigo, inclusive comentei com o Daniel:

Eu - Rapaz que apartamento bacana, o Rods que ia adorar ver esses bonecos de anime.

Daniel - O Rods é o Rodrigo né, professor? O Thiago falou a mesma coisa quando veio aqui na primeira vez.

Eu - Tu já conheceu ele?

Daniel - Ainda não, só por foto mesmo.

Eu - Vou te apresentar, acho que tu vai gostar mais dele do que do Thiago.

Daniel - O Thiago disse a mesma coisa

Não aguentei e ri, ele perguntou se eu queria algo pra beber, comer ou se queria assistir algo, nessa hora foi a primeira vez que vi ele começar a ficar um pouco nervoso, então eu já sabia o que ele queria fazer naquele momento só perguntei onde ficava o quarto e pedir para ele me mostrar, assim que a gente entrou virei para ele e falei:

Eu - Agora tá na hora da sua sessão extra, tira a roupa toda e deita na cama.

Daniel - Sim, senhor.

Assim que a gente entrou virei para ele e falei agora sou seu médico

Ele de imediato me obedeceu fazendo o que eu mandei, ficou pelado e deitou na cama, eu fiz o mesmo porém, fiquei só de cueca e iniciei tudo como se estivesse realmente em uma sessão normal. Ajudei ele a se alongar pouco para deixar ele bem relaxado e menos tenso, dessa vez eu trouxe um óleo comigo que esquentava ao tocar na pele, então comecei a massagear as suas pernas cabeludas, cheguei nas coxas e quando olhei mesmo sem eu sequer encostar no seu pau, aquele monstro já estava querendo começar a ganhar vida. Olhei para ele e estava de olhos fechados, mordendo o seu lábio com uma cara de quem já estava com bastante tesão, então continuei subindo e toquei levemente o seu pau, mas não o segurei apenas peguei o óleo que estava na minhas mãos, joguei sobre seu peito e sua barriga, já começando a espalhar levemente.

Nessa hora joguei minhas pernas por cima dele, já sentando em sua cintura, claro que fiz isso de caso pensado pois seu pau pulsava e começava a bater na minha bunda. Enquanto eu continuava espalhando óleo em seu peito, eu me mexia levemente me esfregando cada vez mais sobre sua pica que já estava muito dura, o Daniel soltava alguns gemidos abafados mas o seu tesão estava estampado na sua cara. Parei de provocá-lo da maneira que eu estava fazendo ficando sentado ao seu lado observando aquele homem deitado na cama e com aquela pica muito grossa, devia ter cerca de 21 cm ou talvez mais, quando eu vi fiquei preocupado sem saber se iria aguentar aquilo tudo dentro de mim, mas sinceramente eu não estava ali para arregar. Peguei o óleo que levei e despejei em cima do seu pau, nessa hora quando pus uma das minhas mãos sobre ele, vi que a minha mão não estava nem perto de fechar direito, porém nessa hora ele soltou um gemido alto e dessa vez abriu os olhos, começou a olhar em minha direção procurando os meus olhos e me dando um sinal que eu deveria continuar, logo então comecei a tocar uma punheta de leve pra ele, e na mesma hora eu o vi agarrar forte dos lençóis da sua cama com suas mãos, realmente parecia que ele estava muito sensível chega fiquei preocupado que tudo acabasse mais rápido do que eu imaginava, mas não, tanto eu quanto ele sabíamos o que ambos queriam aquela noite.

Depois de uns 5 minutos punhetando aquele pau monstruoso, eu resolvi começar a chupar e assim que coloquei a boca, logo vi que era impossível engolir tudo aquilo pois malmente a cabeça cabia dentro da minha boca, porém tentei engolir o máximo que eu consegui passava a língua enquanto punhetava a base, quase como se estivesse o ordenhando e esperasse o leite sair, mas a única coisa que saia de lá era a baba, muita baba mesmo com e com aquele gostinho salgado bem gostoso, fiquei assim por um bom tempo passando a mão sobre seus ovos ou por sua virilha levemente aparada. Senti ele colocar sua mão sobre minha cabeça, achando que ele ia me empurrar forte nesse momento para me fazer engolir, porém ele só apoiou sua mão com carinho e deu duas batidinhas na minha cabeça olhando para mim e falou:

Daniel - Vira a bunda para cá, porque se eu não chupar seu cu, eu sei que você não vai aguentar.

Eu - Tudo bem pra você?

Daniel - Eu gosto de chupar cu e sinto muito tesão, cu é tudo igual no final das contas.

Eu - Tá bom então.

Daniel - Senta aqui na minha cara, que agora é a minha vez de trabalhar um pouco.

Claro que fiz o que ele me pediu e sem pensar duas vezes, fui logo sentando na cara dele a sua língua de imediato me invadiu com tudo, não resisti e comecei a gemer muito alto porque realmente ele sabia o que estava fazendo. Meu cuzinho piscava em sua língua, enquanto suas mãos abriam a minha bunda no máximo que conseguia, para que ele pudesse ganhar mais espaço e enquanto isso eu não parava de gemer, então ele começou a revezar entre sua língua e um de seus dedos que facilmente entrou dentro de mim, eu não conseguia me controlar e meu cu não parava de piscar. Eu precisava de algo dentro de mim porque ele realmente era muito bom, de uma hora para outra sinto um outro dedo e agora já eram dois dentro de mim fazendo um movimento de vai e vem e quando ele parava com os dedos não dava nem tempo do meu cu ficar vazio, porque ele já vinha com a língua novamente e ficou nessa por um tempo até que eu senti um terceiro dedo, claro que eu sabia que nem 3 dedos dele se compararia com o que eu iria encarar, mas eu não estava mais aguentando de tesão e eu tinha que sentar nele e foi o que eu fiz, tirei a minha bunda da sua cara e rapidamente a posicionei em cima da cabeça do seu pau, o Dani nesse momento só falou:

Daniel - Vai no seu tempo, não precisa ter pressa que eu não quero te machucar.

Eu - Você é um fofo, mas quem está aqui para cuidar de você sou eu, então relaxa.

Daniel - Tem certeza? se você não aguentar pode parar.

Eu - Vim aqui para fazer um trabalho e só vou sair daqui quando terminar.

Antes de sentar, peguei o óleo e passei mais um pouco sobre seu pau, passei bastante também na entrada do meu cuzinho. Passei bastante mesmo, enfiando os meus próprios dedos e tentando alargar mais um pouco para que eu desse conta de aguentar aquela pica enorme dentro de mim, assim que terminei logo encaixei e comecei a descer aos poucos quanto mais eu abaixava mais alargava e por causa daquele óleo que esquentava tudo queimava por dentro era uma sensação um pouco confusa de prazer, de dor e de agonia mas o tesão já tomava conta de mim, acho que quando cheguei na metade resolvi ir com tudo e sentar de vez.

Gemi alto como se algo estivesse me rasgando por dentro, no entanto eu prefiro que seja assim, pois era só parar por alguns instantes para tentar me acostumar, que logo eu sabia que eu já conseguiria relaxar um pouco mais rápido a começar a cavalgar em cima daquele homem e assim foi depois de uns 3 minutos, eu já comecei a me movimentar subindo e descendo agora gemendo de prazer, estava tão concentrado em mim até aquele momento, que ainda não estava olhando na cara dele e quando o fiz, vi que ele também estava se contorcendo de tesão, fiquei com medo que ele tivesse gozado tão rápido, mas era apenas a saudade de um outro corpo encaixando no seu falando mais alto.

A partir daquele momento eu estava entregue a ele, nunca tinha sentido uma sensação de prazer tão forte como naquele momento, sentia que meu cuzinho estava todo aberto e era uma sensação muito gostosa. Comecei a cavalgar lentamente porque eu não queria que aquela sensação acabasse e também porque eu não queria que ele gozasse tão rápido, mas ele mesmo olhou para minha cara e falou:

Daniel - Não se segura não, pode ir mais rápido que eu aguento.

Eu - Tem certeza.

Daniel - Pode sim, é uma ordem.

Eu - Já disse que quem manda aqui sou eu.

Daniel - Então me mostra, o que você vai fazer?

Eu - Então se prepara que o meu maior medo já passou

Eu não aguento ser provocado, me posicionei e cavalguei naquele homem como nunca fiz em nenhum outro, ele começou a encher a sua mão apertando a minha bunda e fazendo pressão para que eu chocasse contra seu pau com muita força, ficamos nessa por uns 10 minutos, até que eu falei:

Eu - Vou deitar e você vem por cima.

Daniel - Papai e mamãe?

Eu - Isso mesmo.

Daniel - Você vai aguentar? vai ir bem mais fundo você sabe né!

Eu - Tô dizendo que eu aguento.

Ele fez do jeito que mandei e se posicionou em cima de mim que já me encontrava deitado na cama, com o rabo empinado para ele e o seu pau me pressionando bem fundo, mas não reclamei só gemia. Pedia para ele socar com mais força, que agora eu queria sentir ele todo dentro de mim, ele começou a fazer movimentos mais fortes e bem cadenciados, ambos começamos a gemer muito alto porque o tesão tomou conta do ambiente e eu gozei em sua cama sem nem encostar a mão no pau, só esfregando no colchão conforme as socadas dele e acho que ele ao perceber que eu estava me tremendo enquanto gozava e fez o mesmo, me apertou em um abraço tão forte e senti o seu pau pulsando dentro de mim, despejando o seu leite dentro do meu cuzinho.

Ele ainda abraçado comigo, se deitou de lado me trazendo junto com ele e ficamos deitado numa posição de conchinha, mas com seu pau ainda dentro de mim, no entanto, por mais que nossa respiração estivesse pesada demais depois do gozo, o pau dele não amoleceu e continuava duro dentro de mim, ele então perguntou:

Daniel - Você ainda aguenta?

Eu - Você não tá nem doido de parar logo agora.

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Autor: Maninho Incestuoso - Fonte / Origem: clique aqui.

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Conto: Perdendo a virgindade com o amigo do meu irmão

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Já havia um tempinho que não trazíamos um conto aqui para vocês né! Hoje o conto, apresenta um relato verídico, ou seja, para nos deixar ainda mais excitados só de imaginar a delicia que não foi o momento real dessa história. 

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Essa história é verdadeira e aconteceu comigo há mais de 20 anos. Vou contar como foi que perdi minha virgindade com o amigo do meu irmão mais velho.

Meu nome é Otávio, tenho 39 anos e minha história aconteceu quando eu tinha 15. Eu cresci no interior de São Paulo e tenho um irmão três anos mais velho. A gente estudava na mesma escola.

Sempre fui tímido e tinha um grupo pequeno de amigos. Acho que minha timidez era uma estratégia para não ser muito notado e uma forma de me proteger das maldades dos outros alunos. Apesar de eu não ser afeminado, meu comportamento levantava suspeitas. Eu não gostava de futebol, andava mais com as meninas e não participava das conversas dos meninos quando o assunto se desviava para o sexo, o que acontecia com bastante frequência. Tudo isso levantava um alerta nos outros alunos. Era começo dos anos 2000 e sexualidade ainda era um tabu.

Ao contrário de mim, meu irmão era mais expansivo e popular. O típico hétero. Ele jogava bola, tocava violão e ficava com muitas meninas.

Quando ele terminou o ensino médio e se mudou para a capital para fazer faculdade, fiquei com o quarto só pra mim. Um dos melhores amigos dele, o Tiago, já tinha repetido de série algumas vezes e acabou ficando na minha sala no primeiro ano. Como ele era repetente, todos os colegas dele já tinham se formado na escola e restava a ele se aproximar de quem ele tinha algum contato. Como eu era irmão do melhor amigo dele, acabamos ficando próximos.

Tiago já frequentava a minha casa antes do meu irmão se mudar. Ele ia jogar videogame ou brincar e sempre gostava de me constranger quando eu me aproximava. Quando eu tinha 12 ou 13 anos, ele ficava me perguntando no meio das brincadeiras se eu já tinha visto uma menina pelada, se já tinha “pistolado” alguma ou se eu era punheteiro. Esses assuntos eram muito constrangedores pra quem nunca tinha feito nada daquilo.

Tiago era um cara grande e já tinha características de adulto. Suas pernas eram peludas, ele era musculoso e tinha um pacote respeitável que ele gostava de ficar pegando. Eu adorava ver os amigos do meu irmão dormindo em casa, principalmente quando eles ficavam sem camisa ou se trocavam na minha frente. Eu adorava aquele volume nas cuecas e os peitos suados exalando o tesão da puberdade.

No início do ano, um professor passou um trabalho em dupla e o Tiago perguntou se a gente podia fazer juntos. Eu topei e sugeri que a gente fizesse na minha casa. Uma tia estava doente em outra cidade e meus pais estariam fora a semana toda. Não fiz o convite com segundas intenções, pois eu sabia que ele era hétero e amigo do meu irmão. Eu era só um virgem tímido dentro do armário que nunca pensaria ser possível pegar um cara daqueles.

Ele chegou na minha casa logo depois do almoço vestindo uma bermuda jeans e uma regata que deixava à mostra seus braços musculosos.

Logo de cara ele perdeu o foco. Começou a me perguntar das meninas da sala com quem eu andava, se alguma já tinha mamado minha rola, em qual delas eu pensava quando batia punheta, esse tipo de perguntas.

Fiquei super sem graça e neguei tudo. Ele então me perguntou:

– Se você nunca foi mamado, você já chupou alguém?

Eu quase me engasguei com essa pergunta tão direta. Relembrando tudo hoje, é claro que ele já sabia qual era a minha. Sabendo o quanto eu era tímido, ele também sabia que eu nunca ia tomar qualquer iniciativa.

Ele se levantou, abriu a bermuda e tirou o pau pra fora segurando abaixo das bolas, me mostrando aquela coisa imensa.

O pau dele era pesado, veiúdo e enorme mesmo mole. Eu era magro, liso e branquinho. Ele era um homem. Éramos o oposto um do outro.

Percebendo que eu não conseguia tirar os olhos daquilo, ele pegou minha mão e colocou no pau dele. Foi uma sensação incrível sentir aquele pau quente preenchendo minha mão. O meu pau já estava duro e o dele começando a crescer na minha mão.

Fui observando aquela cabeça rosada aumentando. O pau dele ficou muito grande quando cresceu totalmente. Era grosso, pesadão e babava com um líquido transparente.

Sem falar nada, ele segurou minha nuca e me fez ajoelhar na frente dele. Sentado na cadeira, abaixou a cueca até os joelhos e me botou pra mamar aquela pica linda.

Não parecia que era minha primeira vez. Enfiei aquele caralho na boca e chupei cada centímetro. Passava a língua na cabeça sentindo a baba que ele soltava. O cheiro de macho me deixava louco.

Ele me pediu pra ir punhetando o pau dele enquanto eu chupava. Enfiei a cabeça toda na boca e punhetava freneticamente. Senti sua respiração mais ofegante e, sem aviso, ele segurou minha cabeça, soltou um gemido alto e encheu minha garganta de porra. Ele devia estar com muito tesão pra gozar tão rápido assim.

Eu me engasguei, deixei escapar um pouco, mas engoli bastante. Meu pau fica duro sempre que me lembro daquele litro de leite escorrendo pelo meu queixo.

Eu me levantei pra ir ao banheiro me limpar enquanto ele vestia a bermuda de novo. Ele foi ao banheiro em seguida pra mijar e fiquei admirando aquele pau meia bomba soltando um jato forte ao meu lado. Ele lavou o pau na pia e enxugou a mão nas minhas costas, molhando minha camisa. Rimos e voltamos para o trabalho.

Quando já passava das cinco da tarde, acabamos nossa tarefa e fizemos um lanche. Eu me levantei da mesa pra recolher os copos e ele me puxou pelo braço e me virou de costas, me fazendo sentar no seu colo.

Senti o volume do pau dele crescendo na minha bunda e delirei. Pouco depois o pau dele já estava estalando de duro.

Com os braços em volta de mim, ele me perguntou se eu queria experimentar outra coisa porque ele estava querendo gozar de novo.

Voltamos para o meu quarto tirando as camisetas pelo caminho. Ele tirou minha calça e eu tirei e dele. Deitamos na cama e ele me beijou, o que me deixou muito surpreso. Era meu primeiro beijo.

Ele era experiente, enfiou a língua na minha boca e logo entendi como se fazia. O beijo foi bom e meu pau babava de tesão. Segurei na rola dele e ele na minha bunda. Ele abriu minha bunda com as duas mãos e foi brincar com meu cuzinho. Passou um pouco de saliva nos dedos e enfiou um dedo no meu cu. Senti uma queimação inicial, mas logo que ele enfiou o segundo dedo, senti um prazer que não consigo explicar. Eu batia punheta naquele pau delicioso enquanto ele tentava enfiar mais um dedo. Começou a doer e ele me pediu um creme hidratante.

Eu nem sabia da existência de lubrificante naquela época. Ele me colocou de frango assado na cama e lambuzou meu cu de creme, passando um pouco também no pau. Pedi pra ir devagar porque eu tinha medo de doer. Não doeu muito, pois meu cuzinho já estava laceado pelos dedos. Então recebi bem devagar cada centímetro daquela pica maravilhosa.

Ele foi enfiando tudo até eu sentir os pelos tocando minhas bolas. Pedi pra ele se deitar em cima de mim enquanto aproveitava aquele momento. Um caralho grosso e fundo no meu cu e um macho pesado sobre o meu corpo.

Sem se levantar, ele me beijou e começou a estocar fundo no meu rabo. Às vezes diminuía a velocidade e tirava o pau quase todo, enfiando fundo novamente. Ele se levantou e, segurando minhas pernas nos seus ombros, começou a meter forte e rápido, aumentando a velocidade a cada socada.

Eu estava sentindo aquela rola tão dentro de mim que gozei sem me tocar. Quando ele viu minha porra escorrendo na minha barriga, gozou logo em seguida. Encheu meu cu de leite, segurando o pau todo dentro enquanto eu sentia sua rola pulsando no meu rabo.

A sensação de ser preenchido totalmente por um macho foi maravilhosa. Suado, ele jogou o peso novamente sobre mim e senti seu pau amolecendo devagar até sair do meu rabo. Um rastro de leite grosso e quente escorreu no meu cuzinho.

Ficamos ali parados por alguns minutos e ele disse que precisava ir embora. Minha vontade era começar tudo de novo, mas não falei nada.

Nos arrumamos e nos despedimos dentro de casa ainda. Ele apertou minha bunda e disse pra eu não contar nada pra ninguém. Infelizmente só fodemos mais uma vez depois desse dia. Qualquer hora volto aqui pra contar pra vocês como foi essa foda.

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Autor: Otávio - Fonte / Origem: clique aqui.

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Conto: GP Twink no entro de SP

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Boa tarde, hoje estamos trazendo um conto que foi publicado em um outro site mas que achamos que vocês iriam gostar. Por tanto, relaxem e aproveitem esse conto.

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Bom estou sempre entrando nos sites de garotos de programa e em especial no garotos com local, eu prefiro os que tem local assim é mais discreto, não gosto da exposição de hotéis e motéis.


A duas semanas atrás estava no site e vi o Danillo (nome factício) ele é de Natal e babei no seu corpo, 23 anos, branco, 1,73, 65 kg, lisinho, corpo magro e definido é o pau de 21 cm, mandei um zap e conversamos um pouco e ele liberou para eu ligar e então conversamos um pouco e o rapaz era muito gente boa, me contou do seu apto e o como ele atendia, era versátil. Fiquei de confirmar para ele no final do dia para tentarmos nos encontrar no dia seguinte, porém, o trabalho exigiu muito de mim e não consegui ligar, chegou o fim de semana e eu não parava de pensar nele. Na segunda-feira tinha duas reuniões em SP é cada uma num extremo da cidade, a primeira foi super rápida e consegui antecipar a outra, estava um calor e trânsito miserável em SP, a segunda reunião após o almoço fluiu de boa e foi rápida, as 14:30 estava livre então entrei no carro e na hora pensei “será que é perto o local do Danillo?”, coloquei no waze e qdo vi não acreditei estava apenas a 17 minutos dele, tracei a rota e já fui ao destino, enquanto dirigia mandei um zap com um “Oooiiiiii, consegue me atender?”, rapidamente ele respondeu “a que horas?” E eu “Agora, chego aí em 6 minutos” e ele “apto 1202”… meu pau já estava duro e voei para lá não via a hora de chegar.


Chegando lá me anunciei è rapidamente me liberou para subir, o local é bem legal e qdo cheguei no seu apto ele estava de de cueca samba box, nos cumprimentamos e ficamos conversando ele era bem gente boa e então me ofereceu se eu queria tomar um banho, de pronto disse que precisa pq estava bem suado, então fui ao banheiro e fiz toda a minha higiene íntima e tomei uma ducha gelada. Aqui vou fazer aspas “ultimamente tenho usado umas cuecas fio dental” vou postar a fita dela, sai do banho com a cueca fio dental e enrolado na toalha, vejo que ela já está deitado na cama e com a palma da mão ele bate na cama como dizendo vem deitar aqui, fui em sua direção e então para provocá-lo me virei de costas e tirei a toalha e a pendurei na maçaneta da porta, assim ele teria uma bela visão de minha bunda e da cueca, então deitei na cama e ele disse “nossa que bundinha deliciosa” eu ri e então começamos a conversar e a nos beijar, mordia seu pescoço e ele ao meu e então dávamos beijos de língua, acariciávamos um ao pau do outro sobre a cueca e ambos estávamos de pau duro, então começo a tirar sua cueca e qdo vejo seu pau fico louco, puta pau lindo, grande e grosso, branquinho, eu o acariciava e sentia cada pedacinho dele com a mão, pude sentir e ver que a cabecinha era pequena e que o meio do pau era GROSSO, um pau retinho e delicioso, peguei em seus tornozelos para deixá-lo deitado na cama, entre abri suas pernas é comecei a acariciar seu saco com a língua, engoli seu saco todinho e então fui subindo até ficar brincando com a língua na cabecinha, então comecei a abocanhar seu pau delicadamente e então já tinha conseguido engoli-lo inteirinho, chupei aquele pau como se fosse o último e ele D E L I R A V A, então ele se levantou e me jogou na cama de bruços e acariciou todo meu corpo, ele me arrepiava todinho então ele começa a tirar minha cueca fio dental e dizia “que rabinho delicioso” entre abriu as minhas pernas e caiu de boca no meu cuzinho, ele me comeu com a língua, pirei no seu beijo grego e sentia meu rabinho molhadinho, então ele puxa meu quadril para trás me deixando de quatro e enfiava a língua no meu rabinho e eu gemia como louco, então percebo que ele está colocando a camisinha e sinto o geladinho do lubrificante no meu cuzinho é isso me faz piscar o cuzinho e gemer, então sinto a cabecinha encostando no cuzinho e gemo longamente e ele força a cabecinha, sinto ela entrando e novamente dou um urro de êxtase, ele força mais um pouquinho e sinto uma baita dor, seu pau era muito grosso e fala “calma, tá doendo” ele muito pacientemente tirava e brincava com a cabecinha na portinha e cada vez mais ia forçando, ora eu sentia dor e sinalizava com “aí dói” e ele ficou bastante tempo fazendo isso e pouco a pouco seu pau foi me rasgando e então ele diz “já está todinho dentro desse rabinho” e me da um tapão na bunda e eu digo “sou todo seu, faz o que vc quiser”, o tesão já havia me dominado, my God esse cara meteu muito, ele sabia o que fazia, me comeu de quatro, de frango assado, debruçado na beira da cama, me colocou para cavalgar, me comeu de sapinho e então me deixou de frango assado na beira da cama e ele em pé e me fodia muito, ele fechava os olhos e urrava e então ele tira o pau para fora e arranca a camisinha e explode num gozo farto e quanto sobre meu pau, barriga e as jatadas chegavam até meu pescoço, era abundante a quantidade de gozo e isso me deixou maluquinho de tesão, estava lambuzado de gozo e ele então caiu deitado ao meu lado, eu caí de boca no seu pau e pude sentir um pouco do seu gozo, deixei seu pau limpinho e então ficamos de mãos dadas e respirando para recuperar o fôlego, e então começamos a conversar e ele tem o papo muito legal, então ele pegou uma toalha e me limpou e deitou novamente, ficamos no maior bate papo franco e então com minha mão fico acariciando seu pau e saco e então me dá uma vontade enorme de chupa-lo novamente e lá vou eu, como vou chupando aquele rolão mole e vou sentindo ele ficar novamente duraço e enorme na minha boca e ele me diz “meu que boquete delicioso”, chupo com vontade e me lambuzo com aquela rolona branquinha, enorme e grossona, ele geme muito e então ele se ajeita deitando na cama e eu fico ajoelhado entre suas pernas chupando seu pauzão, ele diz “vem aqui por cima e então eu monto sobre ele me abaixo e nós malhamos longamente, ele beija deliciosamente então olho para trás e pego o lubrificante e lambuzo meu cuzinho e seu pau, com a mão guio sua rolona para o meu cuzinho e vou soltando meu corpo e sentindo a rola deslizando duraça dentro de mim, sinto um tesão louco e me debruço sobre ele e voltamos a nos malhar e ele começa a socar em mim, desta vez ele está no pelo e eu estou delirando, como ele mete, mete deliciosamente eu estou em êxtase, um tesão maluco, ficamos metendo assim por um tempo interminável, eu já não estava mais aguentando e ele seguia firme, então ele faz a proeza de se levantar metendo em mim e cruzo minhas pernas em suas nádegas ele fica em pé e segue metendo, me deita na cama de frango assado e me DEVORA, que pau durão, grande, grosso, sinto ele me deflorando, me dominando e gemendo de prazer ele dá um urro e começa a gozar no meu cuzinho, segue fodendo e gritando de tesão, fica mais uns 5 minutos gemendo e fodendo, sinto meu rabo lambuzado e por fim ele resolveu tirar o pau do meu rabinho e sinto meu rabinho escorrendo em bicas de gozo, e ele diz “nossa qto gozo” isso me em deu um tesão e ele então se coloca sobre mim e começa a me chupar, eu não tinha mais forças para nada, meu rabinho pulsava e nossos corpos estavam encharcados de suor então expludo num gozo na sua boca e ele toma tudo, nós deitamos e ficamos meio que cochilando, meu coração estava disparado, após uns 15 minutos ele fala que vai tomar um banho e qdo ele volta tbm vou. Então ficamos na sala conversando e eu fui me vestindo, olho as horas no celular e vejo que estou lá a nada menos que duas horas e ele diz fica de boa, por mim tudo tranquilo. 

Coloquei minha cueca fio dental e sentei ao seu lado no sofá precisava fazer meu corpo esfriar mais e ele estava de cueca, pouco a pouco fui me vestindo e qdo terminei fiz um PIX de 400,00 , ele queria continuar conversando e ficamos mais um tempão, então cheguei mais perto dele e nós beijamos, acariciei seu pau sobre a cueca e então o tirei para fora e fiquei punhetando, então me abaixei e comecei a chupa-lo é incrivelmente sinto ele ficando durão na minha boca e ele diz “cara que boquete delicioso” então chupei ainda mais e que delícia era aquela pica dura, a vontade era de arrancar a roupa e dar mais para ele. Mas eu precisava ir embora e agora não o tiro da minha mente, se der certo esta semana volto novamente, mas quero ir no final do dia para passar a noite com ele.


Vlw galera até a próxima.’

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Autor: Edson - Fonte origem: clique aqui.

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Conto: Na casa de praia com os amigos héteros do meu irmão

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Boa tarde, hoje estamos trazendo um conto que foi publicado em um outro site mas que achamos que vocês iriam gostar. Por tanto, relaxem e aproveitem esse conto.

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Tenho um irmão que é hétero e mais novo que eu. Ele tem muitos amigos e sempre que possível alugam uma casa na praia para curtirem o fim de semana.

Eu nunca gostei muito de viajar com eles porque é sempre muita bebedeira e bagunça. Eles são mais jovens, gostam de ouvir música no último volume e ficam acordados praticamente a noite toda. Além disso, como sou gay, fico meio perdido no mundo e nas conversas deles.

Porém, teve um feriado que fazia muito calor e eu não estava a fim de ficar em casa enquanto todo mundo ia viajar. Eu tenho uma certa amizade com meu irmão e então resolvemos chamar dois primos próximos para a casa de praia dos nossos pais. Eu só concordei porque não iam muitas pessoas e eu teria o quarto dos fundos para mim. Além disso, meus primos são bem legais.

Na sexta à noite, eu e meu irmão fomos os primeiros a chegar. Quando nossos dois primos chegaram, tomamos cerveja, vinho e depois pedimos uma pizza.

Como estava muito calor, resolvemos entrar na piscina. Eles sabem que eu sou gay, então ficam um pouco sem graça em trocar de roupa na minha frente. Como eles já tinham bebido um pouco, estavam bem à vontade. Meu irmão ficou só de cueca e entrou na piscina e eu fiz o mesmo. Logo os dois tomaram coragem, tiraram as bermudas ali mesmo e entraram de cueca na piscina.

Fiquei discretamente prestando atenção no volume deles na cueca e eram volumes bem interessantes. O do meu primo mais velho parecia que era maior.

Estávamos todos nadando, brincando, bebendo e eu só de olho nas malas. Resolvi sair um pouco da piscina e me sentar numa cadeira para poder prestar atenção melhor. Todos usavam cuecas de cor clara, então dava para ver qual pau era maior, mais grosso, qual marcava a cabeça, qual balançava mais quando eles saíam da piscina para pular para dentro de novo. Eles pegavam, arrumavam e amassavam o pau descontraidamente e eu conseguia até saber qual tinha mais pelos ou qual tinha as bolas maiores. Fiquei viajando enquanto observava a garotada se divertindo.

Já estava meio tarde e resolvi entrar para tomar banho. Entrei no chuveiro deixando a porta aberta de propósito. Meu primo mais novo bateu na porta.

– Primo, posso entrar? Tô louco pra mijar!

– Tá aberto, entra!

Ele foi entrando e abaixando a cueca ao mesmo tempo. Consegui ver muito bem porque ele não se deu ao trabalho de tentar esconder. Tinha um tamanho médio os pelos eram lisos e estava meia-bomba de tanto segurar pra mijar. Um jato forte de urina fazia aquele “tchóóó” gostoso que era uma música para os meus ouvidos. Enquanto ele mijava, ficava balançando o quadril no ritmo da música que tocava lá na piscina.

Ele é um cara bonito, tem 26 anos e muito ingênuo. Não deve ter nem percebido que eu estava olhando porque todos já estavam um pouco bêbados neste ponto.

Fiquei de pau duro e tentei disfarçar minha ereção. Ele balançou o pau, deu descarga e saiu.

Quando eu voltei para a piscina, todos estavam molhados ainda e sentados nas cadeiras de plástico. Fiquei numa outra cadeira conversando e brincando com eles, ao mesmo tempo em que sempre dava um jeito de admirar meus primos só de cuecas molhadas e transparentes mostrando aqueles volumes lindos. Os héteros tem uma mania de ficar pegando no pau toda hora e eu adoro olhar enquanto eles fazem isso.

Como eu sabia que dali não ia sair nada – afinal de contas eram meus primos e meu irmão – dei boa noite e fui para o meu quarto.

***

No dia seguinte, meu irmão me pergunta se tudo bem ele chamar quatro amigos dele que estavam numa cidade vizinha. Eles só viriam para passar o dia, fazer um churrasco e curtir a piscina, então eu disse que não tinha problema nenhum, já que não tinha nenhuma mulher no meio.

Eles chegaram quando nós todos já estávamos dentro da piscina. Eles chegaram, tiraram a roupa e entraram na piscina também. Um deles estava de sunga e o restante infelizmente de shorts.

Eu já conhecia dois deles e os outros dois me foram apresentados: Paulo, mais novinho, nos seus vinte anos, e Rodrigo, já na casa dos trinta. Eles tinham corpos normais, nem magros, nem gordos. O que me chamou a atenção logo de cara foram as mãos grandes, a voz grossa e o jeito de macho que eles tinham.

***

Quando a fome começou a bater, vi que ninguém ia fazer nada se eu não tomasse a iniciativa. Sendo o mais velho, tratei logo de organizar o churrasco. Pedi para alguém comprar pão, refrigerante, mais cerveja e sorvete.

O dia estava muito agradável e ninguém nem pensava em ir à praia. Churrasco na beira da piscina, cerveja à vontade, sol, calor e pagodinho do jeito que os héteros gostam. Só o que faltava – para eles – eram as menininhas.

E aí começou o papo que eu odeio: os rapazes todos atiçados buscando os contatinhos das meninas. “Posso trazer fulana? Posso trazer cicrana?”

Já dei logo um corte fenomenal dizendo que a casa não comportava mais pessoas. Meu irmão concordou dizendo que aquele churrasco era só para “os cuecas” e que depois todo mundo podia sair para curtir a noite com seus contatinhos. Acho que meu irmão só concordou comigo porque no momento ele estava era sem contatinho nenhum. Além disso, ele é o tipo de cara que gosta mais de aproveitar a farra com os amigos. Como único gay do grupo, eu estava adorando, é claro.

No meio de tantos machos, tinha um que chamava muito a minha atenção. Gustavo era um amigo antigo do meu irmão e a gente sempre conversava sobre investimentos e política. Como de costume, conversamos bastante e depois entramos na cozinha para dar uma ajeitada na bagunça, lavar louça e preparar mais carne para aquele monte de machos bêbados e famintos.

Eu estava lavando a louça e ele enxugando. Ele estava só de calção e sem camisa mostrando o peito com poucos pelos. Começou a pegar muito no pau e comecei a perceber que talvez ele estivesse fazendo aquilo de propósito.

Direcionei a conversa para assuntos mais íntimos e perguntei se ele estava em algum relacionamento. Ele já foi logo dizendo que estava ficando com uma menina, mas que não estava dando muito certo. Disse que estar ali só com os amigos tinha sido uma ótima ideia para relaxar, mas que ia precisar dar uma aliviada. Disse que fazia tempo que não comia uma bucetinha. Ele estava louco por sexo, mas ia se segurar para uma oportunidade.

Eu já fiquei doido com aquela informação, mas tentei disfarçar e agir normalmente.

– Quando a gente tá na seca é um perigo. Eu sei bem como é – falei.

Voltamos para a piscina e percebi que o Gustavo começou a me olhar diferente. Eu pegava ele me olhando de longe com um sorriso sacana no rosto, pegava no pau toda hora e eu tentava disfarçar, sem muito sucesso. Na minha cabeça, ele já tinha deixado claro que queria alguma coisa.

Quando entrei na cozinha para pegar uma cerveja mais gelada do freezer, ele veio atrás.

– Vai querer uma também? – perguntei.

– Ainda tenho aqui – respondeu ele e ficou encostado na porta da cozinha com a latinha numa mão. Deu um sorriso e pegou no pau com a mão livre. Olhou por cima do ombro na direção da piscina, viu que a galera estava toda lá fora bebendo e depois apontou com o queixo na direção da despensa. Quando olhei de novo para o short dele, já tinha um belo volume ali.

Dei um sorriso e entrei primeiro na despensa. Ele entrou logo em seguida, fechou a porta e ficou encostado nela, caso alguém tentasse entrar de repente. Ele fechou os olhos, abriu as pernas e só ficou assim. Eu não precisava de convite, sabia o que ele queria.

Abaixei o calção dele junto com a cueca e surgiu aquela rola linda, grossa e deliciosa. Aos poucos ela foi pulsando e ficando reta para cima na minha frente. Conforme endurecia rapidamente, o prepúcio foi abrindo e mostrando uma cabeça perfeita e já toda melada de tesão.

Quando encostei os lábios nela ele estremeceu e sua respiração ficou ofegante. Ele tinha poucos pelos no saco. Abocanhei agora com mais vontade e chupei por uns cinco minutos aquela rola deliciosa e quente.

Percebi que se eu continuasse ele ia gozar logo, mas eu queria aproveitar aquele macho por mais tempo, então falei baixinho:

– Bora sair daqui senão a gente vai dar bandeira.

– Não, continua, continua. Tá gostoso, vai, vai, vai... Vou te dar leitinho na boca.

Eu sabia que se eu deixasse a mamada pela metade, ele ia ficar louco de tesão e aí a gente podia continuar mais tarde. Se ele gozasse, já era.

– Não, cara – falei já me levantando e subindo o calção dele – meu irmão pode entrar aqui e aí tô fudido.

– Caralho, vai me deixar na mão mesmo?

– Bora, bora! – falei já abrindo a porta, mas minha vontade era sentir aquele leite na minha boca.

Quando a gente saiu para a piscina, acho que meu primo mais velho sacou o lance. Ele ficou olhando com cara de interrogação e depois deu um jeito de chegar mais perto e perguntou baixinho:

– O que foi que aconteceu, hein?

– Nada, ué – respondi com um sorriso de lado.

Ele já me conhecia e deve ter entendido a minha cara de safado.

– Pô, você só brinca com os outros, né? Só me despreza...

– Eu? Claro que não!

Eu fiquei surpreso com meu primo dizendo isso porque nunca imaginei que ele pudesse curtir esse tipo de parada também.

– Vou te confessar uma coisa então – disse ele.

– Olha que você tá bêbado, não vai se arrepender depois, hein.

Ele deu um gole na cerveja, olhou em volta para ver se alguém podia ouvir, mas com o som alto, nem que tivesse alguém perto seria possível ouvir nossa conversa.

– Uma vez eu sonhei que você chupava meu pau – disse ele.

– Eita primo...

– Quando eu era adolescente eu deixei um moleque me chupar na garagem de casa.

– E você gostou?

– Claro! Quem não gosta de uma boca quentinha no pau até fazer espirrar leite?

Fiquei louco quando ele falou isso e em seguida ele deu uma amassada no pau, que já começava a crescer com essa putaria toda.

– Quer provar de novo como é ter um macho mamando teu pau? – perguntei. – Homem chupa melhor que mulher, você sabe disso, né?

Ele estava de costas para a piscina e vi nitidamente o pau dele crescendo no short. Ele ficou zoando fazendo o cacete pulsar de propósito. O short ainda estava molhado e o pauzão grosso era perfeitamente visível.

– Olha como você me deixou – disse ele sorrindo e deu mais um gole na cerveja.

– Finge que tá falando com alguém no celular, sobe lá no meu quarto e tranca a porta. Eu vou dar um tempo aqui e subo atrás, beleza?

Ele concordou, se afastou um pouco e fez como combinamos. Fiquei um tempo olhando todos os moleques na piscina para ver se algum deles tinha percebido alguma coisa, mas estavam todos loucos e bêbados, um jogando o outro na piscina, fazendo dancinhas de tiktok e bebendo muito. A hora era agora, ninguém ia nem sentir falta da gente.

Subi, bati na porta três vezes e ele abriu na hora. Tranquei com a chave em seguida e ele já foi logo abaixando o short e ficando só de sunga. Era um volume lindo, o pau quase saindo pela lateral e ele ainda com a latinha na mão, o que me deixou com mais tesão ainda.

Abaixei-me de joelhos na frente dele e puxei a sunga para baixo bem devagar. O pau gigante, branquinho e cabeçudo pulou na direção do meu rosto. Tinha poucos pelos. Ele é todo malhado e fortinho, barriga trincada. Dava para ver que estava muito nervoso porque ele tremia.

Mamei aquele pau como um louco. Pau e saco. Passei minha língua ao redor da cabeça e o pau pulsava quente. Ele ficou lá paradão como o Gustavo, as pernas abertas, deixando eu me deliciar com seu pau.

Meu primo devia estar com muito tesão porque logo eu senti aquela pica ficar super dura e em seguida esguichar leite na minha boca. Ele gemia baixinho enquanto os jatos enchiam minha boca. Era muito leite e os jatos eram potentes. Eu tomei tudo e depois fiquei apertando até pingar a última gota de porra.

Fiquei olhando e o pau não abaixava.

– Caralho, e agora? Meu pau não baixa! – disse ele.

– Vou sair e você dá um tempo pra ele amolecer.

Desci e voltei para a piscina junto com os outros. Eles estavam na maior bagunça e tenho certeza que nem imaginavam o que estava rolando nos bastidores. Tomei uma Corona para celebrar comigo mesmo aquela mamada deliciosa e logo o meu primo chega com cara de quem fumou maconha. Dei uma risada comigo mesmo e já queria mais.

***

No final da tarde, a bagunça continuava e eu via que o Gustavo estava inquieto. Eu quase tinha feito ele gozar, então o tesão estava nas alturas. Eu percebia que o pau dele ficava o tempo todo meia-bomba e ele sempre dando umas pegadas. Ele devia estar louco pra gozar.

Esperei uma oportunidade quando ele ficou sozinho num canto e falei baixinho:

– Ei, Gustavo, tive uma ideia pra gente terminar aquele lance.

– Diz aí.

– Finge que tá falando com alguém no telefone, sobe lá pro meu quarto e tranca a porta. Daqui a pouco eu subo atrás.

Se tinha dado certo uma vez, tinha que dar de novo. Eu estava louco para terminar o que tinha começado.

Ele fez exatamente como eu pedi e desapareceu. Eu servi mais carne pra rapaziada e disse que ia buscar mais bebida.

Passei pela cozinha e subi direto para o meu quarto. O Gustavo já estava lá de pau duro me esperando. Ele parecia bem bêbado agora. Eu fiz ele se sentar na beirada da cama, puxei o short dele, fiz ele abrir as pernas e antes de mais nada dei uma bela cheirada naquelas bolas lindas. Aquele cheiro e aqueles pelos me deixaram louco.

Chupei bem devagar para deixá-lo bem loucão. Ele queria forçar minha cabeça, mas eu tirava a mão dele e passava a língua bem devagar na cabecinha, descia para o saco, subia até a cabeça que babava e ele gemia.

Eu sabia que se continuasse mamando, ele logo ia gozar, então me levantei, peguei um gel que estava num bolso lateral da minha mala, tirei a minha sunga, lambuzei o meu rabo e deitei na cama de bunda para cima.

Ele ficou um tempo parado com a latinha na mão, o pau estalando apontando para cima e então finalmente veio e se deitou meio desajeitado em cima de mim. Estava claro que ele fazia aquilo pela primeira vez.

Senti todo seu peso em cima de mim e o pau foi aos poucos encontrando seu caminho bem no meio do meu reguinho. Quando encaixou, ele foi forçando bem devagar até entrar com cuidado. Ele sabia que tinha um pau acima da média e que não entrava fácil.

Meu cu piscava involuntariamente conforme ele forçava para dentro e ele dizia:

– Isso, seu puto, morde meu pau com o cuzinho...

Eu não estava fazendo isso de frescura, estava doendo muito mesmo, mas eu sentia muito prazer com aquele macho em cima de mim, sua respiração na minha orelha e aquele bafo de cerveja. A gente corria um puta perigo de alguém perceber alguma coisa, eu estava dando para um hétero que era amigo do meu irmão.

Ele não demorou muito metendo rola em mim. Logo senti quando ele enfiou bem lá no fundo e começou a explodir porra dentro de mim. Gozou feito um cavalo, eu sentia as pulsações que me enchiam de leite lá no fundo. Meu tesão foi tão intenso que eu comecei a gozar ao mesmo tempo, sem nem ao menos me tocar.

Ele ficou um tempo ainda deitado em cima de mim e o pau não amolecia porque eu ficava contraindo e apertando o pau dele.

– Caralho, mano, que delícia – gemeu ele.

– É, mas é melhor a gente descer, senão...

Ele foi se levantando devagar e o pau foi deslizando para fora. Quando ele tirou tudo, me virei e vi aquele homem lindo nu na minha frente, o pênis meia-bomba balançando e pingando porra no chão. Ele se vestiu e falei pra ele descer antes.

Já tive experiência com caras héteros e já sei que é assim na maioria das vezes. Sem muita conversa, não adiante querer beijar, não adianta querer romance. Eles só querem meter, gozar e vazar.

Desci as escadas e fui direto para a cozinha preparar mais bebidas. Gustavo já estava conversando com os outros e fingindo que nada tinha acontecido.

Eu não acreditava que tinha feito dois machos héteros deliciosos no mesmo dia dentro de casa, sendo que um deles era um primo e o outro era amigo do meu irmão.

Logo chegou a hora de os meninos irem embora. Abracei todos eles, agradeci por terem vindo e abracei o Gustavo com um aperto especial.

Ainda transei com o Gustavo mais duas vezes depois desse fim de semana. A gente sempre ia para um motel e na segunda vez ele me disse que seria a última vez porque estava ficando com uma menina e achava que eles iam começar a namorar.

Com meu primo rolou mais umas quatro vezes e então perdi o tesão por ele. Ele é bem malhado e liso e não faz muito o meu tipo. Percebemos que seria melhor não termos mais nenhum vínculo sexual. Para minha surpresa, ele não mudou comigo. Conheci sua namorada nova, frequento a casa dele de boa e até batemos papo de vez em quando. Nunca mais mencionamos nossas experiências sexuais.

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Autor: Edson - Fonte origem: clique aqui.

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Conto: Perdendo tempo com um homem mais jovem

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Conto: Quando eu e meu irmão nos pegamos

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Boa noite, hoje estamos trazendo um relato de um visitante do portal no qual ele nos contou a experiência dele com seu irmão. Por tanto, relaxem e aproveitem esse conto.

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Nós somos irmãos mais que isso somos amigos pra toda hora, pra todo problema. Ele na época tinha 18 anos, 1,80m, magrinho - sempre tive taras por aquele V que se forma em direção à virilha -, olhos verdes, cabelo liso mas não liso, acho que mais estilo bagunçado, na época era curto, enfim; eu: 17 anos, 1,75m, magro mas não-definido, cabelos lisos-curtos, olhos castanhos escuros.

Nossa mãe estava trabalhando em uma cidade fora. E nós ficávamos semanas sozinho em casa. A cidade onde ela trabalhava tinha fronteira com o Uruguai. As coisas eram baratas lá. Eu e ele decidimos ir lá gastar dinheiro. Pegamos nossas coisas e fomos. Alugamos um quarto de hotel barato, passamos o dia na rua entre compras e não-compras e voltamos pro hotel pra dormir. Pra mim, uma noite normal. Sei lá, ele era um cara gostoso e eu era o menino não menos gostoso que batia punheta pensando em outros meninos. Mas, a vista do povo éramos até então ambos heterossexuais. 

Então, chegou a hora de dormir. Aquele quarto era um tédio, não havia muito pra se fazer. Resolvemos tirar fotos nossas. Sei lá, fotolog, orkut, spaces em geral nesse vasto campo que é a internet poderiam se utilizar dos nossos registros. E tiramos. Sem querer, ele deletou todas elas. Eu fiquei bravo. Começamos a discutir.
 
Parece que foi ontem quando eu, repentinamente, pulei pra cima dele e começamos uma briguinha daquelas alucinantes de irmãos/adolescentes que fazem de tudo pra se tocar mas que não admitem ser esse o real objetivo. De repente, ele em cima de mim. Eu estava imobilizado. Ele segurava meus braços com uma só mão - na verdade, eu queria mesmo ser imobilizado - e com a outra, montado em mim, começava a passar a mão na minha bunda. Eu reclamava. E gostava. Ele se aproximava mais, e mais, e mais, e, de repente, ele já estava com o peito grudado nas minhas costas, segurando agora apenas um dos meus braços, pois meu outro braço alternava-se entre pegar o pau e a bunda dele e a outra mão dele se divertia agora por dentro da minha calça, ainda na minha bunda. Nos beijamos. Ele parou.
 
Conversamos, aquela noite, sobre tudo. Mas muito pouco. 

A verdade é que falamos por celular. Ele digitava e eu respondia no próprio celular. Ele com vergonha; eu com ainda mais. Naquela mesma noite, ainda chupei ele, sem o menor jeito. Ele não gostou. Nem eu. Ele tentou me comer, mas tinha um pau muito grosso. Embora devesse ter apenas uns 15 ou 16cm, era extremamente grosso, um dos mais grossos que já conheci. Não consegui dar pra ele, mesmo a gente tendo buscado sabonete e afins. Desistimos e fomos dormir. O vi se masturbando antes de dormir. Também o fiz.
Passaram os meses e fingimos que nada havia acontecido, até que, em outra viagem, dormimos lado a lado, numa cama de casal de uma casa de verão nossa, onde apenas nós dois estávamos. Pensei em fazer alguma coisa. 

Estava com medo, mas também com muito tesão. Ele estava deitado de lado pra mim. Toquei no seu pau. Estava duro. Mexi um pouco por cima da bermuda vermelha de tecido. Parei. Não, eu não podia fazer aquilo. Ele não gostava e, embora eu gostasse, eu tinha de parar e respeitá-lo.
Virei pro lado e dormi. No meio da noite, porém, acordei. Acordei com alguém me abraçando apertado por trás. Era ele. Ele que vinha por trás me abraçando e me encoxando cada vez mais forte. Ele não falava nada, apenas me abraçava e me encoxava. Segurava no meu peito. E sua mão foi subindo, subindo, até que chegou à minha boca. Abri e lambi seu dedo. Lambi como se aquele dedo fosse a boca dele. Ou o pau. Lambia com maestria, da ponta ao final, dando voltas, com muita saliva, chupando. Isso eu sempre soube, desde meus namoros com meninas, quando elas faziam isso comigo.De repente, virei de frente pra ele, puxei ele firme, beijei seu pescoço, o pus por baixo, olhei nos seus olhos, verde-brilhantes, me encaravam de frente, se fecharam, e o beijei.
Beijei-o fundo, rápido, alucinante. Já estávamos sem camiseta, porque estava calor, e também tirei a bermuda dele. Bati uma enquanto nos beijávamos. Depois desci, lambi seus mamilos, sua barriga, seu V que tinha na sua virilha, seu pau, suas bolas, suas coxas. Subi de volta, beijei a boca. Ele me virou, me beijou no pescoço, quis me comer e paramos. Ainda ali não tínhamos lubrificante nem camisinha. Ainda ali não conseguiríamos. 

Ele deitou quieto do lado dele e eu do meu. Ele disse que não gostou; eu fiquei entre minha tristeza e meu sentimento novo, recém descoberto, fantástico, explodindo. Eu não tinha nojo já ele dizia ter. Ele com  18 anos, magrinho, lindo, o projeto de perfeição íntima. Conversamos muito nunca divulgamos as fotos da nossa primeira viagem, por ele as ter deletado. Ele disse que chegou a achar que era, mas que, não, ele tinha muito nojo, não deveria ser palavra forte essa, né? homossexual, gay.

Se ele disse isso pra mim, em quem ele confia mais do que até nele mesmo, é porque ele realmente acredita nisso. Não consegui mudá-lo quanto a isso. Cada um a seu tempo. Tivemos, depois disso e antes de eu conhecer outros meninos e vir a ter minha primeira e outras (várias) vezes, ainda várias chupadas, alguns beijos, uma vez em que ele teve ereção (e orgasmo) 5 vezes seguidas, mas o fato é que até hoje somos os mesmos. 

Ele me respeita. Eu o respeito. E eu dei pra ele já, também, mas isso é outra história que é quase estória, porque, afinal, ele estava dormindo (ha ha ha).
E tudo sempre se passou assim, na hora de dormir. Se não fosse essa hora, talvez tudo ainda hoje, dois anos depois, fosse apenas sonho e punheta.

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Autor: Filipe Silva - Fonte origem: E-mail

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Contos: O peão negro mineiro

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Estamos trazendo mais um conto para vocês, porém não conseguimos identificar se era real ou fictício. O importante é que eles é dos bons, que faz a gente ler sonhando com a cena. Esperamos que aproveitem bem!

Boa leitura!

Num período em que eu estava no seminário, fui passar as férias de meio de ano na casa de um padre, que era nosso professor, em Minas Gerais, cidade interiorana, bem roça mesmo, zona da mata mineira, fui apresentado aos familiares do padre João, uma casa humilde, porém muito aconchegante, era na realidade um sítio. Fiquei amigo das irmãs do padre, que logo se incumbiram de me apresentar Tião, um rapaz que trabalhava naquele sítio, porém era tido como irmão de criação, Tião era negro, corpo moldado na lida com bois e cavalos, me chamou atenção de estar sempre sem camisa, apesar de não ser tão calor na região, o que logo de cara me despertou um desejo de conhece-lo melhor, se é que vocês me entendem.

Nos primeiros dias, fui em diversos lugares daquela localidade, conheci outros parentes, amigos, fui na igreja, fui em almoços em casa de parentes, padre João e suas irmãs eram excelentes cicerones.

Mas vamos ao que interessa, "como Maomé não vai a montanha, a montanha vai até Maomé", comecei a trocar mais ideias com Tião, até ele me convidar para conhecer uma cachoeira que havia a alguns quilômetros dali, só que teríamos que ir a cavalo, devido a distancia, o que topei na hora.

Dia e horas previamente combinados, como só havia um cavalo disponível, montei na garupa do meu peão, e seguimos morro acima, por uma trilha, eu estava eufórico, propositalmente coloquei uma camisa de viscose, um short fino, sem cueca, quando já estávamos longe de olhares de pessoas, fingi um pequeno desequilíbrio, o que fez Tião, me mandar segurar nele, a proximidade daquele corpo negro, um pouco suado, o cheiro, me fez viajar, literalmente, a medida que o cavalo trotava, eu segurava ora na cintura, ora minha mão pousava sobre sua virilha, que estava coberta também apenas por um short. Me aconchegando nele, induzindo a me mostrar os locais mais remotos, tentando descobrir segredos, pedi a Tião para trocarmos de lugar, e eu ir na frente dele, queria aprender dominar o cavalo, quando ele sem apear, trocou de lugar, fazendo uma manobra acrobática de pé em cima do animal, pude notar um certo volume em seu short, a constatação aflorou em mim um desejo quase incontrolável, me fazendo dar empinadinhas na bundinha, facilitando encoxadas, a medida que o cavalo trotava, mais encostado em mim o Tião ficava, era explícita sua ereção, foi quando visualizei um bambuzal enorme, e coincidentemente também vi umas socas de babosa, me remetendo as minhas travessuras na minha cidade, com outros moleques. 

Propus ao Tião, que poderíamos apear e fazermos um xixi, quando apeamos pude ver a excitação dele e ele viu que eu também estava excitado. Fui direto ao pinto, perguntando se ele tinha namorada, ele falou que não, e por aquelas bandas era muito difícil, perguntei se ele era virgem, ele disse que com mulher sim, nunca tinha pego, deduzi que já havia comido outro garoto, ele confirmou, perguntei se tinha gostado, ele disse que sim, mas foi muito rapidinho, perguntei se o garoto não havia chupado, ele disse que não, perguntei se ele tinha vontade de ser chupado, ele balançou a cabeça afirmativamente, pedi para deixar eu ver o pau dele, ele simplesmente arrancou o short, saltando em minha frente um picão, envergado e bem grandinho, tinha no mínimo uns 15 cm, levei a mão, e segurei, quente e firme, levei a boca, o cheiro, me fez ter vontade de lamber, Tião exclamou um "que delícia", mamei naquele negro por longos minutos, só para não sair do clima, perguntei-lhe se queria me comer, ele disse que sim, naquele exato momento, perguntei se colocaria devagarinho, ele jurou colocar devagar, eu indaguei se colocaria tudo, ele afirmou, se eu aguentasse ele colocaria tudo...... 

Fui até uma soca de babosa, retirei uma folha da planta, comecei a lambuzar aquela piroca grande e latejante de babosa, pedi para Tião, me lambuzar também a bundinha com babosa, os dedos dele entraram, sem encontrar resistência, lubrificando todo meu reto,  fiquei de quatro, entreabrindo a bundinha para ele encostar a cabeça, uma delicia aquele ir e vir daquela pica preta. 

Eu chorava, gritava, gemia, babava pedindo para parar, para meter, para colocar tudo, para tirar, gozando feito uma louca e Tião me enchendo o rabo de porra. Depois de descansarmos, remontamos e cavalgamos até a cachoeira, onde nos lavamos, e chupei novamente aquele negro. Tião viciou, me comeu mais umas três vezes e no restante das férias, demos um jeito de ficarmos no mesmo quarto, onde fui fêmea daquele tarado por quase um mês.

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Autor: Edmar Borsato - Fonte origem: clique aqui.

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Contos: O segurança do Bradesco

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Este mês estamos querendo trazer vários contos aqui para vocês se deliciarem. Por isso hoje trouxemos um conto real, aonde um homem conta o caso que ele desenrolou dentro de uma sauna.

Aproveite!

A alguns anos atras, comecei a frequentar um clube da cidade em que morava, junto com meu sogro, íamos mais para meu sogro fazer uma fisioterapia e massagem em sua coluna, e o massagista lé era expert, pois era profissional no futebol, segundo meu sogro, ele fazia milagres. Naquele ambiente também havia uma sauna anexa, muito frequentada, tanto a seca como a vapor, enquanto meu sogro fazia sua fisioterapia, era aplicada sua massagem, eu geralmente frequentava a sauna, ali era comum vermos nus, ou de roupões, ou até mesmo enrolados em toalhas, era comum termos os barrigudos, os sarados, as piroquinhas e os pirocões, os tímidos, os exibicionistas, os manja rolas (essa era a parte de minha preferência), adorava na sauna a vapor, mesmo com visibilidade dificultada, ver aqueles corpos suados, aqueles paus balançando, sem nomes, sem rostos, inúmeras vezes me masturbava pensando neles, depois de sair da sauna, fiquei louco certa vez que vi um negro, sarado, saiu da sauna seca, totalmente pelado, entrando na ducha, eu estava na ducha ao lado fazendo barba, é muito bom, fazer barba com sabão de côco na sauna, a pele realça, aquele negro tinha um frasco de detergente entre as pernas, puxei assunto com ele, dizendo a agua estar uma delícia, ele concordou, dizendo que aquilo fazia um bem danado; quando ele se ensaboou com sabão de coco, foi uma tentação, a espuma descia por aquela pica, quando ele encheu a mão, lavando-a, quase tive um troço, naquele dia, quando tive oportunidade a punheta foi intensa, com dedo ensaboando o cu e tudo. Depois daquele dia, eu procurei me informar sobre quem era aquele negro, até saber qual era a frequência dele lá na sauna, dias que costumava ir, o nome dele era Adamastor, ele costumava ir mesmo na sauna as segundas feiras, quando estava mais vazio, geralmente saia do serviço e ia, era segurança de banco, descobri e fui verificar, ele trabalhava na agencia do Bradesco. Não preciso falar que comecei ir a sauna nas segundas feiras, nessa época eu trabalhava como administrador de uma fazenda, andava sempre numa camionete, as pessoas até pensavam que eu era milionário, pinta eu tinha....rsrsrs. Adamastor não faltava a sauna de segunda feira, segui os hábitos dele, primeiro fazia a seca, tomava uma ducha e ia para de vapor. Naquele dia, acho que tive sorte, éramos três na sauna, quando Adamastor me encontrou, ja na seca, me reconheceu, cumprimentou, começamos a conversar amenidades, estrategicamente eu sentei num banco acima do Adamastor, portanto tinha total visão do corpo dele, visão fixa naquela pica, eu estava enfeitiçado, o problema era o terceiro que estava no local, que vez e outra se infiltrava na conversa, e eu não podia fazer uma abordagem mais sucinta e direta. Assim que ele saiu, foi um alívio, sutilmente comentei com Adamastor, que o cara era entrão, se metendo no nosso papo, ele apenas sorriu, notei o corpo dele muito suado, o cheiro de suor invadia as narinas, peguei um pedaço de sabão de côco, e comecei a me ensaboar, me na frente dele, ali na sauna mesmo, usando a umidade do suor, para espalhar, quando passei pela bundinha, deixando-a totalmente ensaboada, quando dou uma inclinada, forçando uma arrebitada, sei que esponho meu cuzinho, é fatal. Adamastor, gostou da idéia, me pediu o sabão pois iria se ensaboar ali também, quando lhe passei o sabão que havia acabado de passar na bundinha, o primeiro lugar que ele ensaboou, foi aquela piroca, fiquei observando, uma vontade de ajuda-lo, me contive, tive que disfarçar minha excitação. O banho frio naquele momento foi fundamental, pois , abaixou meu fogo, mas pude notar que no Adamastor, a visão do meu anelzinho, mexeu com sua testosterona, pois parecia mais grosso.

Quando segui para sauna a vapor, nosso terceiro "amigo" estava saindo, eu me sentei no alto, logo depois Adamastor entrou, sentou praticamente na mesma posição que estava na seca, Comentei que a água estava muito boa mesmo, que faz bem para relaxar, ele sugeriu que uma boa gozada também faz relaxar, eu concordei, dizendo ser até melhor que a água fria, foi a vez dele constatar que nosso terceiro "amigo" havia saído, eu sonso, disse que deve ter tomado "simancol", eu era incapaz de entrar numa conversa que não tenha sido chamado, ele riu, e disse que ele também, só entra quando convidado, eu interpretei como uma indireta, concordando que eu sou até receptivo, porem quando vejo que não esteja sendo inconveniente. Adamastor resumiu que então estávamos em sintonia, ele só entrava quando convidado, eu receptivo, era uma conexão perfeita. Eu concordei, dizendo achar que estava nascendo ali uma amizade, eu me identifiquei muito com ele, e com meus verdadeiros amigos gosto de acolher.....se é que ele estava me entendendo, pois uma mão amiga é sempre uma possibilidade, é só ele querer; Adamastor se levantou e sentou ao meu lado, dizendo que uma mão amiga era sempre bem vinda, mesmo com o vapor, deu para perceber total ereção daquele membro, levei a mão, acariciei sentindo a textura nervosa, latejante, o punhetei lentamente, ele se levantou oferecendo para chupa-lo, lambi a cabeça, a extensão, minha língua passeava, acariciava aquela verga, cai literalmente de boca, com sofreguidão caprichei uma chupeta, tocando lhe uma punheta com a boca, até ele despejar muita porra, em minha garganta, pois ele segurou minha cabeça, fazendo com que eu quase engasgasse.

Saí dali para o banho, Adamastor veio logo atrás, só trocamos palavras ao sair do clube, eu combinei de passar no Bradesco qualquer dia para irmos para outra cidade, ele me garantiu que estaria a minha disposição.

Passei aquela noite depois de ter chupado Adamastor na sauna, com o gosto daquela piroca, entranhado em mim, me preparei por uns 3 dias, até ir ao Bradesco para combinar com ele.

Naquela época não existia as facilidades de hoje, sem celular, motéis mais difíceis.Combinamos uma pescaria o sábado.

Eu estava literalmente preparado, seguimos para um rio pesqueiro numa cidade vizinha, aí chegar no local, de difícil acesso, verifiquei que não poderia ter sido melhor escolha. Já no meio do caminho, confessei que não parava de pensar no que aconteceu entre nós, perguntei se ele queria completar, eu queria muito, então só foi chegarmos e me ofereci a ele, prometendo fazer o que ele desejasse.

A pescaria ficou pra depois, apalpei a vara dele, tesa, ele me perguntou se estava com fome, eu respondi que com muita, eu me agachei em frente ele de cócoras, e proporcionei um belo boquete. Eu não via a hora dele me torar, mostrei a ele como estava meu cuzinho, que se ele quisesse poderia colocar aquele pausåo, literalmente parecendo um frasco de detergente.

Quando aprontou em meu cuzinho, fazendo circunferência eu pedi um pra colocar um pouquinho, lubrificado pra pomadas japonesa, me deitei de bruços sobre uma pedra arredondada, a mercê daquele negro , pedi para Adamastor me fuder, ele foi invadindo, o desconforto foi superado pelo tesão, quando senti que estava inteiro enterrado em mim, pedi: fode negão!!! Senta piroca no meu cuzinho. Ele socou até me encher de leitinho.

Fiquei com o cuzinho arregaçado, mas aguentei tudo.

A partir daquele momento eu estava fadado a continuar a dar o cu mesmo depois de casado.

Adamastor ficou sendo meu amante por um bom período.

Autor: Edmar Borsato - Fonte origem: clique aqui.

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